Pequenos bolos fofos

Nota Cooking: Contribuição do blog Oficina das Papitas! Original aqui.

 

Ingredientes:SONY DSC

2 cup de farinha de trigo;

1 colheres de sopa fermento;

1/2 colher de chá sal;

3 colheres de sopa açúcar;

80g de manteiga sem sal, fria, cortada em pedaços pequenos

3/4 cup de natas frias

 

1 cup – 250 ml

 

 

Preparação:

Juntar a farinha, o fermento, o sal, o açúcar e a manteiga numa taça. Amassar com a ponta dos dedos, fechando e abrindo ligeiramente as mãos pressionando com os polegares sobre as partes laterais dos indicadores quando se fechar as mãos. A massa ficará com um aspecto grumoso, sentido-se ainda alguns pedaços de manteiga. Juntar as natas e mexer com um garfo sem ser em damasia. A massa fica ligeiramente pegajosa.

Forrar um tabuleiro com papel vegetal e tender bolinhas pequenas. Colocá-las no tabuleiro com um espeço de cerca de 3cm entre si e pressionar cada uma com o polegar ou as costas de uma colher para as achatar ligeiramente. Deverão ficar com cerca de 1cm de altura.

Lecar a cozer em forno pré aquecido a 180ºC cerca de 15 a 20 minutos.

Retirá-las do forno e dispor numa rede para arrefecerem.

Parti-las com cuidado ao meio e transversalmente e rechear a gosto.

Recheei com gelado de morango, frutas partidas e deixadas a mercerar no frigórifico com 1 colher de sopa de limoncello e coulis de morango que o fiz levando ao microondas alguns morangos lavados e partidos em pedaços, regados com sumo de 1/4 de limão e adoçados com 1 colher de sopa de açúcar – 3 minutos em potência alta é o suficiente para transformar os ingredientes num creme delicioso.

 

(Imagem cedida pela autora) Maria Papitas – Oficina das Papitas 

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Gelado de Manga

Nota Cooking: Contribuição do blog Oficina das Papitas! Original aqui 🙂

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Ingredientes:

2 mangas grandes e maduras ou, em alternativa, 400g de polpa de manga em lata;

3 claras de ovo + 3 colheres de sopa de açúcar;

1 pacote de natas – 200ml + 2 colheres de sopa de açúcar;

4 ou 5 gotas de sumo de limão.

Preparação:

Colocar todos os ingredientes no frigorífico 1/2 hora antes do início da preparação do gelado. Bater as claras em castelo juntamente com o açúcar, até ficar um merengue firme. Bater as natas com o açúcar e o sumo de limão até montarem. Descascar e triturar a polpa das mangas. Juntar esta polpa às claras em castelo, mexendo com muito cuidado para não perderem o ar. Juntar as natas batidas e envolver até ficar homogéneo.

Colocar na máquina de gelados e seguir as instruções do fabricante. Caso não tenha máquina, levar ao congelador e, nas primeiras 2 horas, ir mexendo vigorosamente com um garfo de 1/2 em 1/2 hora para evitar a formação de cristais de gelo.

(Imagem cedida pela autora) Maria Papitas – Oficina das Papitas.

Croquetes de Alheira com Sementes de Sésamo

Nota Cooking: Contribuição do blog Oficina das Papitas! Original aqui. 🙂

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Ingredientes:

1 alheira de caça;

Ovo batido;

Sementes de sésamo;

Óleo bem quente para fritar.

Preparação:

Tirar a pele à alheira e tender bolinhas do tamanho de nozes. Passá-las por ovo batido, em seguida por sementes de sésamo e fritar em óleo bem quente. Deixar escorrer sobre papel absorvente…

Et Voilá!!!

Delicioso.

Mãos à obra.

(Imagem cedida pela autora) Maria Papitas – Oficina das Papitas.

Estufado da Horta com Lentilhas

Nota Cooking: Contribuição do blog Oficina das Papitas! Original aqui. 🙂

Adoro ir à feira de produtos hortícolas que decorre todas as 4ª feiras nesta região. Perco-me nos cheiros, nas cores, na diversidade da oferta de produtos quase “domésticos” que cresceram sem qualquer adição de produtos revulsivos ou emolientes. São, na realidade, produtos da horta que nas grandes cidades apelidam de biológicos. Só que estes, apesar de rivalizarem com visível vantagem os ditos biológicos, são muito mais baratos. Assim, perco-me todas as 4ª feiras com tanta oferta de “vida” que insta em entrar no meu cesto de compras.

Chego a casa, radiante e encantada com o cheiro a terra e a horta acabada de colher. Renego a carne como se de uma heresia se tratasse.

Lembro-me da receita que vi no espaço da minha amiga Gisela do Pão e Beldroegas, que me ficou a martelar na cabeça. Adapto-a e faço este estufado:

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Ingredientes:

250g de lentilhas;

3 cenouras;

1 bolbo de funcho;

1 batata doce;

100g de cogumelos Porto Belo;

4 tomates maduros mas firmes;

2 dentes de alho;

1 cebola;

3 colheres de sopa de azeite;

sal e coentros a gosto;

arroz branco para acompanhar.

Preparação:

Cozer as lentilhas em água temperada com sal, o que demora cerca de 30′. Não deixar cozer demasiado pois ficam “empapadas”.

Levar ao lume o azeite, os alhos e a cebola picados e deixar alourar. Juntar os tomates grosseiramente picados. Temperar com sal, pimenta e juntar os restantes ingredientes, partidos em pedaços, com excepção das lentilhas. Juntar um pouco de água onde cozeram as lentilhas e deixar estufar, tapando o tacho, o que demora cerca de 25 minutos. Quando os legumes estiverem quase cozidos juntar as lentilhas, mexer com cuidado e deixar acabar de cozer e apurar.

Servir salpicado de coentros picados acompanhado de arroz branco.

Mãos à obra.

(Imagem cedida pela autora) Maria Papitas – Oficina das Papitas.

Massa de Arroz com Salmão Fumado

Nota Cooking: Contribuição do blog Oficina das Papitas! Original aqui. 🙂

Agora que o astro rei resolveu presentear-nos com a sua presença, o corpo pede refeições leves e coloridas. Esta que trago hoje, não nos prende mais do que, literalmente, 15 minutos na cozinha. Saboreia-se longamente, se possível ao ar livre, devagar, garfada por garfada.

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Ingredientes:

1 pacote de massa de arroz;

200g de salmão fumado;

2 colheres de sopa de azeite;

2 dentes de alho picados;

1 laranja descascada e partida em cubos;

Folhas de hortelã para salpicar;

Preparação:

Cozer a massa em água fervente conforme indicações da embalagem. Partir em fatias finas o salmão. Levar ao lume, num wok, o azeite e o alho picado. Quando aquecer, sem deixar queimar o alho, verter sobre a massa. Misturar com o salmão, a laranja e salpicar com folhas de hortelã grosseiramente picadas. Está pronta a servir 4 pessoas.

Mãos à obra.

Inspiração no Sabores de Canela.

(Imagem cedida pela autora) Maria Papitas – Oficina das Papitas.

Licor de Cereja

Nota Cooking: Contribuição do blog Oficina das Papitas! Original aqui. 🙂

Quem me iniciou nos licores foi a Moira. Ensinou-me a fazer uma séria deles, inclusivamente este, o de cereja. Ela aconselha a esperar um ano para consumir, e assim o fiz. Digo-vos que valeu a pena tão alongada espera. Delicioso.

????????

Não vou dar quantidades pois isso dependerá do tamanho do frasco onde for guardado a marcerar.

Assim, teremos de ter um frasco de boca larga, cerejas que encham 1/3 da capacidade do frasco, açúcar para cobrir as cerejas e uma boa aguardente para completar a capacidade do frasco.

Deve-se lavar bem as cerejas sendo a acção de tirar-lhes o pedúnculo, facultativa. Secá-las em papel de cozinha e deitar no frasco. Juntar um pau de canela e cobrir com açúcar. Fechar o frasco e deixar assim durante 2 a 3 dias, abanando de vez em quando. Ao fim deste tempo, completar com aguardente, mexer e fechar o frasco. Guardar em local seco e sem muita claridade. Enchermo-nos de paciência e esperar um ano.

Eu fiz este o ano passado, aquando da época das cerejas. Ainda não decorreram os 12 meses de praxe mas já se bebe maravilhosamente bem e, melhor, comem-se as cerejas. Uma delícia.

E porque achei que à festa de aniversário do blog O Bolo da Tia Rosa, da nossa querida Mané, não poderia faltar um brinde ao seu trabalho e à maravilhosa pessoa que ela é, ofereço-lhe este licor acompanhado do meu sincero agradecimento.

Parabéns, Mané e obrigada por estares sempre aí. Tchim thim.

(Imagem cedida pela autora) Maria Papitas – Oficina das Papitas.

Tabuinhas de Lavar

Nota Cooking: Contribuição do blog Oficina das Papitas! Original aqui. 🙂

Tudo perdura no tempo,  mas torna-se tão pálido como aquelas fotografias muito antigas que ainda foram fixadas em chapas metálicas. A luz e o tempo retiram das chapas as tonalidade nítidas e características dos traços. É preciso rodar a fotografia e encontrar uma certa refracção da luz para podermos reconhecer na obscura chapa metálica a pessoa cujas feições foram absorvidas pela placa. Deste modo se desvanecem  no tempo todas as lembranças humanas. Mas um dia, a luz cai de um lado qualquer e tornamos a ver um rosto, um momento, uma parte de vida.

– Hoje vamos fazer bolachinhas. “Tabuinhas de lavar”.

As meninas, na sua batinha branca, protegida com pequenos aventais, mergulhavam as suas pequenas mãos na farinha transformada em massa de bolachinhas, sobre uma mesa grande debaixo de um caramanchão.

– Mamã, hoje aprendemos a fazer “Tabuinhas de lavar”. Posso fazê-las para o lanche?

As pessoas só se recordam dessas coisas mais tarde. Passam dezenas de anos, atravessam estepes e florestas e, de repente, ouvem os risos de infância, as palavras das professoras, as benevolências da mãe, as palavras antigas.

E aí, apercebem-se que viveram, há muitos anos idos, numa condição maravilhosa, sem nome, num certo estado de graça.

Nada é tão delicado como as relações de infância. Tudo o que a vida oferece mais tarde, os desejos subtis ou brutos, os sentimentos fortes, as ligações de amizade ou paixão, tudo isso é mais rude, mais desumano.

Hoje, partilho convosco, um pedaço da minha infância onde a luz caiu, de um lado qualquer.

????????Ingredientes:

0,5 Kg de farinha de trigo

200g de manteiga

200g de açúcar

1,5 colheres de chá de fermento em pó

1 pitada de sal

3 ovos.

Preparação:

Quem tem Thermomix / Bimby, deverá colocar todos os ingredientes no copo, excepto os ovos, durante 2′ à velocidade 3. Deitar os ovos e marcar mais 2′ à velocidade 4.

A massa fica pronta a ser utilizada. Porém, e para melhor moldar, deverá ser refrigerada no frigorífico durante 30′.

Quem fizer manualmente, deverá deitar a farinha sobre a bancada, abrir uma cova no centro e deitar aí o fermento e a manteiga. Ir amassando com as pontas dos dedos para não amolecer muito a massa. Imcorporar o açúcar e, por fim, os ovos um a um.

Formar rolinhos pequeninos e espalmá-los. Com um garfo enfarinhado, fazer pressão sobre um dos lados das bolachas de modo a formar  sucalcos semelhantes ao efeito das antigas tábuas de lavar a roupa.

Levar em tabuleiros untados ou forrados com papel vegetal ou silicone ao forno pré aquecido a 200ºC durante cerca de 15′ ou até estarem douradinhas. Retirar e arrefecer sobre uma grade.

Esta quantidade rende entre 45 e 50 bolachinhas.

Esta receita, que julgava perdida, foi preservada por uma das meninas da bata branca que gentilmente partilhou com as amigas, passados tantos anos. Obrigada, querida B.

(Imagem cedida pela autora) Maria Papitas – Oficina das Papitas.

Quiche Fechada de Frango e Espinafres

Nota Cooking: Contribuição do blog Oficina das Papitas! Original aqui. 🙂

Gosto muito, mas muito mesmo de quiches. A minha favorita é a mais simples, a Lorraine, mas não deixo de gostar de tantos outros recheios  quantos a imaginação me permite. Sim, porque uma quiche tem isso mesmo, versatilidade. Descobri, entretanto e há pouco tempo, que consigo fazer a massa em casa sem qualquer dificuldade e, garanto-vos, experimentando fazer em casa, nunca mais nos passa pela cabeça comprar massa feita. Para além de ficar muito mais económica, é muito fácil e rápida de fazer e a quiche fica extraordinariamente mais saborosa. Tal como numa pizza, o segredo está na massa. Confiram, se puderem.

Distraí-me um pouco com a quantidade de massa que fiz pois excedeu muito a forma que utilizei. Porém, a massa é tão saborosa que resolvi “fechar” a quiche. O resultado foi engraçado e os miúdos gostaram.

????????Ingredientes:

Para a massa

200g de farinha de trigo

100g de manteiga

1 colher de sopa de leite

1 ovo

1 pitada de sal

Para o recheio

1/2 frango cozido ou assado previamente desfiado

1/2 molho de espinafres lavados e secos um papel ou pano

3 ovos

1 pacote de natas ou, em substituição, 1 iogurte grego natural

queijo parmesão ralado no momento

sal e pimenta a gosto

Preparação:

Como tenho Thermomix/Bimby, deito os ingredientes no copo e marco 30” vel. 4. Marco de seguida 2′ vel. Espiga. Está pronta a massa. Basta estender com o rolo sobre uma superfície enfarinhada formando um círculo fininho.

Forrar a forma de aro amovível com a massa.

Caso não haja a possobilidade de fazer com a máquina, deve-se colocar a farinha sobre a bancada, abrir um buraco no meio e deitar a manteiga amolecida. Envolver a manteiga com a farinha, amassando com os dedos. Juntar o ovo, o leite e o sal. Amassar até formar uma massa consistente mas macia.

Colocar o frango desfiado no fundo da forma forrada com a massa. Por cima, espalhar as folhas de espinafres lavadas e secas. Temperar com pimenta e queijo parmesão ralado. Numa taça, bater os ovos e juntar as natas ou o iogurte. Mexer bem e verter sobre o preparado anterior. Polvilhar generosamente com mais parmesão ralado e “fechar” com a massa que excede as paredes da forma. Levar ao forno cerca de 30′.

Oportunamente, darei mais ideias de recheios.

Mãos à obra.

(Imagem cedida pela autora) Maria Papitas – Oficina das Papitas.

Pudim de Iogurte com Espetada de Frutas

Nota Cooking: Contribuição da Oficina das Papitas! Original aqui. 🙂

Vi esta receita num folheto do Pingo Doce e, pela sua frescura, facilidade de confecção e reduzida composição calórica, decidi fazê-la apenas com algumas nuances. Não me desiludiu.

O que preparar: 

5 colheres bem cheias de iogurte grego natural;

3 folhas de gelatina;

250g de morangos;

3 colheres de mel;

Sumo de 1 limão;

Algumas folhas de hortelã;

Meloa ou outra fruta qualquer para fazer as espetadas juntamente com os morangos.

Como preparar:

Bater levemente o iogurte. Colocar as folhas de gelatina em água fria e, passados 5’, escorrer a água e levar as folhas ao microondas na potência máxima durante 15’’. Misturar as folhas de gelatina no iogurte, misturar bem e verter o preparado em forminhas previamente molhadas. Partir metade dos morangos em pedaços pequenos e colocar no iogurte fazendo pressão com uma colher de forma a irem para a base. Levar ao frigorífico durante cerca de 2h ou até estarem bem firmes. Espetar os restantes morangos alternados com outra fruta (eu usei meloa partida em quadradinhos), num pequeno espeto de madeira que poderão ser palitos.

Misturar o mel com o sumo de limão e as folhas de hortelã bem picadas e misturar bem.

Na altura de servir, descolar os pudins das formas com a ajuda de uma faca e desenformá-los para pratos. Colocar ao lado a espetada de fruta e regar com o molho de limão com mel e hortelã.

A quantidade que apresentei deu-me para 5 pudins. Usei iogurte grego pois é o favorito cá em casa, porém poderá ser utilizado outro iogurte a gosto.

Mãos à obra.

(Imagem cedida pela autora) Maria Papitas – Oficina das Papitas.

Espinheta de Bacalhau

Nota Cooking: Contribuição da Oficina das Papitas! Original aqui. 🙂

Quando era miúda, a minha mãe fazia esta salada fresca e nós lá em casa comíamos com muita satisfação. Outro dia, ao folhear as minhas bíblias gastronómicas que consistem em dois livros de uma compilação de  Tele-Culinárias do tempo do Chefe Silva, dei lá com esta receita. Aliás, já tinha dado com ela antes mas ainda não me tinha disposto a fazê-la. Foi desta vez, num dia em que não me estava a apetecer cozinhar nem sabia bem o que fazer para o jantar de um fim de dia muito quente, que me propus por esta iguaria na mesa da família. Foi um sucesso.

O que preparar:

2 postas de bacalhau salgado e não demolhado;

1 pimento;

4 ovos;

1 cebola;

3 dentes de alho;

2 tomates maduros mas firmes:

4 folhas de alface;

Algumas azeitonas e salsa a gosto.

Como preparar:

Desfiar as postas de bacalhau e passar por várias águas, espremendo bem em cada passagem. Assar o pimento e cortá-lo e tiras fininhas. Cortar a cebola em fatias finas e picar os dentes de alho. Cozer os ovos em água temperada com sal e, quando frios e descascados, parti-los em rodelas. Partir os tomates em cubos pequenos e lavar bem as folhas de alface e parti-las grosseiramente.

Deitar todos os ingredientes numa taça, excepto as folhas de alface, e misturar bem. Temperar com azeite e vinagre branco, salpicar com salsa e decorar com algumas azeitonas e com as folhas de alface. Fica pronto a servir.

Mãos à obra.

(Imagm cedida pela autora) Maria Papitas – Oficina das Papitas.

Orzo com Hortelã

Nota Cooking: A primeira contribuição da Oficina das Papitas! Original aqui. 🙂

Hoje trago um acompanhamento de preparação muito simples e muito delicioso.

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O que preparar:

2 cenouras médias;

200g de Orzo;

Dentes de alho;

Sumo de ½ limão;

1 colher de sopa de manteiga;

3 colheres cheias de hortelã picada;

Sal a gosto.

Como preparar:

Tirar a casca às cenouras, parti-las em cubos pequeninos e cozer em água temperada com sal.

Cozer a massa em água temperada com sal, obedecendo aos tempos indicados na embalagem para não ficar crua ou cozer demasiado. Escorrer a massa e adicionar a manteiga e os alhos ralados. Envolver bem e misturar de seguida os cubos de cenoura cozida. Levar ao lume por 2’ e juntar o sumo de limão, envolvendo bem. Retirar do lume, misturar a hortelã picadinha e servir de imediato.

Mãos à obra.

Receita adaptada de um dos meus blogs favoritos.

(Imagem cedida pela autora) Maria Papitas – Oficina das Papitas.