Lasanha de Bacalhau com Legumes à Wild

Nota Cooking: Contribuição do blog The Wild Kitchen! Original aqui. 🙂

Lasanha de Bacalhau

Ingredientes:

2 Postas e meia de bacalhau

Meia couve-flor

1 ramo de brócolos

2 Cenouras

1 pacote de lasanha de 500gr Milanesa

1 L de leite

70gr de margarina

160gr de farinha

Queijo ralado q.b.

Preparação:

Coze-se o bacalhau em água e sal. Depois de cozido, retire as espinhas e a pele e reserve numa taça.

Coze-se os brócolos, as cenouras e a couve-flor com sal. Depois de cozido corta-se em pedacinhos e misturam-se com o bacalhau.

Num tacho, coloca-se a margarina e deixa-se derreter, misturando-se em seguida a farinha. Quando estiver tudo misturado, junta-se o leite deixando engrossar de seguida passa-se com a varinha magica, para retirar os grumos, tempera-se com sal a gosto.

Depois de feito o bechamel, coloca-se 6 colheres de sopa na mistura do bacalhau para envolver tudo.

Num pirex, coloca-se no fundo um pouco do bechamel e de seguida dispõem-se as folhas de lasanha por cima, colocando também um pouco de bechamel por cima das folhas, de seguida coloca-se a mistura do bacalhau e de novo as folhas de lasanha, repetindo-se o processo ate a ultima camada ser de folhas de lasanha. Cobre-se as folhas com o bechamel, e coloca-se queijo ralado indo ao forno a 200º durante 35 minutos.

(Imagem cedida pelo autor) Paulo Herculano – The Wild Kitchen.

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Tarte de Requeijão

Nota Cooking: Contribuição do blog Brisa Marítima! Original aqui. 🙂

Cooking World - Tarte de Requeijao

Ingredientes: MASSA:

  • 150 gr. de farinha de trigo
  • 100 gr. de farinha integral
  • 2 colheres de sopa de sementes de linhaça
  • 1 colher de chá de sal
  • 3 colheres de sopa de azeite
  • 1 ovo grande
  • 0,5 decilitros de vinagre (coloquei um pouco menos)

RECHEIO:

  • 300 gr. de alho francês cortado
  • 250 gr. de courgetes cortadas em bocadinhos pequenos (ou ervilhas)
  • 20 gr. de sultanas douradas
  • 30 gr. de miolo de noz
  • 200 gr. de requeijão
  • 4 a 5 pés de tomilho-limão
  • pimenta preta q.b.
  • 100 gr. de queijo mozzarela

Preparação: Ligue o forno a 200º C. Misture as farinhas com as sementes de linhaça e o sal. Adicione o azeite, o ovo e o vinagre de sidra e amasse todos os ingredientes. Estenda a massa com o rolo untado de farinha e coloque-a numa tarteira de 24 cm. de diâmetro, forrada com papel vegetal. Pique o fundo com um garfo e deixe repousar enquanto prepara o recheio. Lave e escorra o alho francês, corte-o em rodelas. Se escolher usar courgetes, corte-as em pedaços pequeninos. Leve o azeite a lume brando num tacho, com o alho francês e as courgetes (ou ervilhas), tempere com sal e deixe cozinhar até os legumes estarem macios. Retire do lume, junte as folhas de tomilho-limão, o requeijão (previamente desfeito em pedaços), as sultanas e as nozes grosseiramente picadas. Tempere com a pimenta e misture bem. Deite na tarteira, vire os bordos da massa sobre o recheio e coloque na prateleira mais baixa do forno. Passados 20 minutos, polvilhe com o queijo mozzarela ralado e leve novamente ao forno por mais 15/20 minutos. (Imagem cedida pela autora) Isabel Fernandes – Brisa Marítima.

ABC dos Alimentos: O Espinafre!

Nota Cooking: Contribuição do blog Na Aldeia com a Natureza! Original aqui. 🙂

Por vezes há dias em que está nevoeiro … A chuviscar e não apetece sair para a rua … Pois bem, hoje foi um desses dias … Estava um frio terrível e não apetecia mesmo nada sair …

Mas eis que uma vizinha, simpaticamente me veio bater à porta a entregar uns ovinhos (pois porque não tenho galinhas) e pediu-me se podia apanhar uns espinafres para o almoço!!

– Claro vizinha! Estás à vontade, leva o que quiseres… Olha vou apanhar contigo! (disse eu prontamente e lá fomos as duas de alguidar na mão e em amena cavaqueira apanhar os espinafritos!).

Cooking World - ABC dos Alimentos - Espinafres

Agora um pouco de sabedoria … Nunca é demais aprender, certo?

Os espinafres são uma fonte altamente concentrada de carotenóides, incluindo betacaroteno – a forma vegetal da vitamina A.

Também são uma fonte rica de luteína, um pigmento carotenóide com efeitos antioxidantes, e mais: vários estudos recentes sugerem que a ingestão regular de legumes verde-escuros pode conferir protecção contra muitos tipos de cancro.

Um estudo mais aprofundado revela que uma dieta rica em carotenos reduz o risco de decadência muscular relacionada com a idade, causa vulgar da cegueira nas pessoas idosas.

Este problema, provocado por uma deterioração da zona central da retina, parecia ter menos probabilidades de se desenvolver em pessoas que consumiam grandes quantidades de legumes de folha verde.

Os espinafres são também uma fonte útil de ácido fólico, muito recomendado durante a gravidez para prevenção da espinha bífida.

Do mesmo modo, a sabedoria da medicina tradicional revela-se através de algumas utilizações dos espinafres, como nos casos de hipertensão arterial, anemia e prisão de ventre.

Na verdade, este legume é uma boa fonte de potássio, facto hoje reconhecido pelos médicos como elemento importante na regulação da tensão arterial.

O MITO DO POPEYE

Durante muito tempo, pensou-se que os espinafres eram particularmente ricos em ferro; os pais obrigavam as crianças a comer espinafres, convencidos de que assim as tornavam fortes e saudáveis.

Para esta imagem dos espinafres como legumes super-saudáveis contribuiu uma personagem de desenhos animados: quem não se recorda do Popeye, que engolia de um só trago latas de espinafres para conseguir um aumento instantâneo de força muscular?

Parece que, afinal, esta crença se deve a um simples erro matemático de uma analista alimentar quando calculava o teor de ferro dos espinafres; uma vírgula colocada no local errado levou muitas pessoas a pensar que os espinafres continham dez vezes mais ferro do que realmente têm.

Efectivamente, o organismo absorve maior percentagem do ferro presente nos espinafres se estes forem consumidos com alimentos que contenham vitamina C, como fruta ou tomate.

ESPINAFRES CRUS

Muitas pessoas não gostam do sabor forte e da consistência mole dos espinafres cozinhados. Experimente utilizá-los crus, já que se contam entre as verduras para salada mais nutritivas.

Pode fazer uma grande variedade de saladas substituindo a alface por folhas tenras de espinafres: uma sugestão será misturar espinafres crus, bacon grelhado, abacate e cogumelos às fatias.

INCONVENIENTES

Os benefícios nutricionais dos espinafres são contrariados pela sua elevada concentração de ácido oxálico.

Este combina-se com o ferro e cálcio dos espinafres, reduzindo a sua absorção – a quantidade de ferro que pode ser absorvida é consideravelmente diminuída, e apenas uma fracção do teor de cálcio do espinafre pode ser utilizado pelo organismo.

Isto levou a que se afirmasse que comer espinafres afectaria a absorção do cálcio em geral – mas estudos efectuados revelaram que teriam de ser ingeridas quantidades maciças deste legume para que a interferência do ácido oxálico se tornasse num problema grave.

Comer espinafres ao mesmo tempo que fornece suplementos de vitamina C, pode agravar a formação de cálculos, ou pedras, de oxalato nos rins e na bexiga.

Estes surgem devido à acumulação de depósitos de oxalato em pessoas mais susceptíveis.

Os espinafres também podem conter níveis elevados de nitratos, tema de muitos debates recentes no seio da Comunidade Europeia.

Para a sugestão de hoje trago uma receita inventada por mim em parte, porque a outra já vocês conhecem de cor e salteado. Então cá vamos …

Peguei em dois filetes de peixe gato, que é o que gostam cá em casa, e cortei em duas metades fazendo 4 pedaços, cortei 4 folhas de alumínio de forma a que pudesse abraçar as postas, e comecei a inventar, coloquei azeite, cebola, caldo de peixe esmigalhado, as postas por cima, orégãos, sal, pimenta e mel, mais um pinguinho de azeite e voilá … fechei e levei ao forno perto de 20m.

Todos os ingredientes que uso são da minha horta ou de hortas vizinhas, salvo raras excepções quando compro nos hipermercados, mas aí aviso 😀

De seguida fiz esparregado com os espinafritos que foram cozidos a vapor para manter todas as vitaminas necessárias, e confeccionados do modo tradicional em que usei, alhos, azeite, farinha, vinagre e sal.

Cooking World - ABC dos Alimentos - Espinafres 2

E o resultado foi este … acompanhei com um suminho de laranja também apanhadas directamente da laranjeira do quintal!!

O molho é do mel, não é da gordura pois sou um pouco contra a comidas muito gordurosas. Ficou divinal …

Espero que tenham gostado de mais uma história da Aldeia com a Natureza 😀

Nota da autora: Toda a informação foi retirada através de vários sites na internet!

(Imagem cedida pela autora) Aladiah – Na Aldeia com a Natureza.

Estufado da Horta com Lentilhas

Nota Cooking: Contribuição do blog Oficina das Papitas! Original aqui. 🙂

Adoro ir à feira de produtos hortícolas que decorre todas as 4ª feiras nesta região. Perco-me nos cheiros, nas cores, na diversidade da oferta de produtos quase “domésticos” que cresceram sem qualquer adição de produtos revulsivos ou emolientes. São, na realidade, produtos da horta que nas grandes cidades apelidam de biológicos. Só que estes, apesar de rivalizarem com visível vantagem os ditos biológicos, são muito mais baratos. Assim, perco-me todas as 4ª feiras com tanta oferta de “vida” que insta em entrar no meu cesto de compras.

Chego a casa, radiante e encantada com o cheiro a terra e a horta acabada de colher. Renego a carne como se de uma heresia se tratasse.

Lembro-me da receita que vi no espaço da minha amiga Gisela do Pão e Beldroegas, que me ficou a martelar na cabeça. Adapto-a e faço este estufado:

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Ingredientes:

250g de lentilhas;

3 cenouras;

1 bolbo de funcho;

1 batata doce;

100g de cogumelos Porto Belo;

4 tomates maduros mas firmes;

2 dentes de alho;

1 cebola;

3 colheres de sopa de azeite;

sal e coentros a gosto;

arroz branco para acompanhar.

Preparação:

Cozer as lentilhas em água temperada com sal, o que demora cerca de 30′. Não deixar cozer demasiado pois ficam “empapadas”.

Levar ao lume o azeite, os alhos e a cebola picados e deixar alourar. Juntar os tomates grosseiramente picados. Temperar com sal, pimenta e juntar os restantes ingredientes, partidos em pedaços, com excepção das lentilhas. Juntar um pouco de água onde cozeram as lentilhas e deixar estufar, tapando o tacho, o que demora cerca de 25 minutos. Quando os legumes estiverem quase cozidos juntar as lentilhas, mexer com cuidado e deixar acabar de cozer e apurar.

Servir salpicado de coentros picados acompanhado de arroz branco.

Mãos à obra.

(Imagem cedida pela autora) Maria Papitas – Oficina das Papitas.

ABC dos Alimentos: Mogango

Nota Cooking: Contribuição do blog Na Aldeia com a Natureza! Original aqui. 🙂

Hoje decidi ir buscar um Mogango… Sim está bem escrito, é Mogango… que é muito diferente de Abóbora!!

Ou seja, um Mogango é de polpa alaranjada e casca canelada, dura e raiada de amarelo quando maduro. As plantas são de hábito rasteiro e crescimento indeterminado, com ciclo vegetativo de 80 a 90 dias. Os frutos são de cor verde-escuro com estrias de amarelo vivo a bege. A forma do fruto é globular, relativamente alargada e em geral com gomos bem vincados que lhe conferem uma forma canelada, com um peso entre 2 e 3 kg.

Mais ou menos assim como o que eu fui buscar:

Cooking World - Mogango 1

As abóboras são mais brancas por dentro e por fora mais verdes 😀

Nos que respeita aos Mogangos podemos fazer várias coisas, existem inúmeras receitas salgadas e doces. Eu hoje escolhi uma receita salgada, muito boa e que no Alentejo e aqui na Aldeia se come muito, que é Feijão com Mogango aromatizado com Coentros.

Depois de limpo foi altura de o cortar aos pedaços, uma tarefa um pouco complicada porque ele (Mogango) tem a casca muito dura além de deixar as mãos meio peganhentas.

Depois de arranjado e lavado foi outra vez altura de ir à horta buscar coentros para que quando se colocassem na comida tivessem um ar fresco e acabados de apanhar!

Da horta ainda utilizei alhos, o feijão e o louro. Depois veio o resto, o azeite, o sal e o pimentão encarnado ou colorau como lhe quiserem chamar!!

Coloquei então o azeite, os alhos, o louro a fritar um pouco, juntei o Mogango, água (pouca) e deixei levantar fervura … Após ter levantado fervura juntei o feijão, o sal e o colorau.

Quando estava tudo cozido coloquei então os coentros migados e mexi para que ao ferver toda a comida tomasse o gostinho dos mesmos.

E consegui uma refeição prática, económica e muito saborosa… Feijão com Mogango!!

Cooking World - Mogango 2

Por aqui existe quem coma esta iguaria com sopas de pão, pois no Alentejo ainda hoje se remonta aos tempos antigos de fome e pobreza e junta-se as sopas de pão. Mas actualmente é muito comum e já se torna quase um hábito colocar sopas de pão em qualquer comida denominada comida de caldo!!

Espero que tenham gostado de mais uma história da Aldeia com a Natureza…

(Imagem cedida pela autora) Aladiah – Na Aldeia com a Natureza.

Gnocchis com Legumes Grelhados

Nota Cooking: Contribuição do blog Vegelicious! Original aqui. 🙂

Usei gnocchis já feitos, daqueles que se vendem nos supermercados e é só preciso cozer. Isso é batota, dizem vocês. E é…mas o que eu queria mesmo era esmerar-me no acompanhamento. Mudei o típico molho bolonhesa por uns belos legumes (uns grelhados, outros salteados) e ficou M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O!

Cooking World - Gnocchis com Legumes Grelhados

Ingredientes:

1 beringela cortada às rodelas

1 curgete pequena cortada às rodelas

½ pimento pequeno vermelho fatiado

½ pimento pequeno amarelo fatiado

½ pimento pequeno verde fatiado

8 colheres de sopa de azeite

sal a gosto

2 pacotes de gnocchis frescos

Molho para grelhar os vegetais:

2 dentes de alho picados

4 colheres de sopa de azeite

sal, pimenta e noz-moscada a gosto

Preparação:

Preparar a beringela (não saltem este processo, pois faz toda a diferença): Forrar um superfície lisa com papel prata de cozinha, polvilhar com sal, espalhar as fatias de beringela de maneira a que todas fiquem em contacto com o papel prata e polvilhar com sal novamente. Tapar com outra folha de papel prata, colocar um peso em cima (usei livros grandes e pesados) e deixar repousar por 1 hora. Desta maneira a beringela perde liquido e o sabor amargo que lhe é característico. Passada a hora, lavar para tirar o excesso de sal, secar com papel absorvente e está pronta a cozinhar.

Numa frigideira, aquecer as 8 colheres de azeite e saltear os pimentos. Temperar com sal e deixar cozinhar até estarem“murchos” (com manchinhas pertas na casca do pimento). Retirar os pimentos e colocá-los num prato forrado com papel de cozinha para absorver o excesso de azeite. Reservar.

Num pilão, juntar todos os ingredientes do molho para grelhar e esmagar bem até obter uma mistura homogénea. À parte, grelhar a beringela e a curgete pincelando com o molho em ambos os lados.

Numa panela, ferver água com sal. Adicionar os gnocchis e cozinhá-los por 1 minuto. Escorrer bem.

Numa saladeira, misturar os gnocchis com os legumes, temperar com um fio de azeite e servir.

Esta receita dá para 4 comilões 🙂

(Imagem cedida pela autora) Vegelicious.

ABC dos Alimentos: Alho Francês

Nota Cooking: Contribuição do blog Na Aldeia com a Natureza! Original aqui. 🙂

Há tempos atrás olhei para a horta e pensei que teria que fazer algumas colheitas, nomeadamente o Alho Francês ou Alho-Porro.

Cooking World - Alho Frances 1

Como não é criado em estufa e sim ao ar livre, se o deixasse mais tempo na terra começava a endurecer e depois já não teria um gostinho tão saboroso! Um pouco de sabedoria … Pois bem…

… Em vez de formar um bulbo arredondado, como a cebola, o alho-poró produz um longo cilindro de folhas encaixadas umas nas outras, esbranquiçadas na zona subterrânea, sendo esta a parte das folhas a mais utilizada na culinária, ainda que a parte verde também possa ser utilizada, por exemplo, em sopas. Para que o bulbo fique de cor branca é necessário proceder à “amontoa”, cerca de 30 dias antes da colheita. Tal operação consiste em soterrar quase por completo a planta.

São geralmente semeados em canteiros, em estufas dos quais se retiram as mudas, que se podem encontrar no mercado e transplantar para hortas. Depois da muda, é uma planta particularmente resistente. Existe um conjunto de variedades particularmente adaptadas ao frio e que se mantêm prontas para consumo durante o inverno. É mais resistente à geada que a cebola. A planta adapta-se facilmente a qualquer tipo de solo, ainda que prefira solos pouco ácidos ou sensivelmente neutros. É aconselhável também que o solo seja bem drenado.

Em geral subdividem-se as variedades cultivares de alho-francês em alho-francês de inverno e de verão. Enquanto que o alho-francês de verão é plantado com vista a uma colheita rápida, o alho-francês de inverno é geralmente colhido até à primavera seguinte ao ano em que é plantado. As variedades de verão são geralmente de menor porte e têm um sabor menos intenso que as variedades de inverno.” In Allium ampeloprasum, Porrum

Assim sendo, o que me lembrei de confeccionar hoje? Apresento a minha aventura de produtos vindos directamente da horta… Alho Francês, cebola, alho… Os outros já vieram directamente da Loja 😀

Cooking World - Alho Frances 2

Tudo junto dá uma Maravilhosa Tarte / Quiche de Alho Francês. Adianto que não é nada enjoativa, mas sim simples e com um sabor único. Excelente para acompanhar qualquer iguaria ou simplesmente para uma entrada.

Espero que tenham gostado de mais uma sugestão de Na Aldeia com a Natureza…

(Imagens cedidas pela autora) Aladiah – Na Aldeia com a Natureza.

Esparguete com Vegetais em Molho de Queijo

Nota Cooking: Contribuição do blog Come, Bebe, Sorri e Ama! original aqui. 🙂

As minhas refeições preferidas são assim… Simples, práticas e deliciosas.

Esta foi preparada num dia em que não deixei nada adiantado para o almoço, e ainda bem. Aproveitei umas sobras de pimentos e courgette, juntei mais umas coisitas e para dar cremosidade um bocadinho de queijo creme que estava sozinho e triste na embalagem.

Cooking World - Esparguete com Legumes em Molho de QueijoIngredientes:

Esparguete
Bacon
Pimento Vermelho
Pimento
Verde
Pimento Amarelo
Courgette
1 lata pequena Cogumelos
Rebentos
Bambu
Queijo Creme light
1 fio Azeite
Sal, Pimenta
Raspas
Limão

Preparação:

Cozer a esparguete em água e sal. Escorrer e reservar.

Numa frigideira anti aderente aquecer um fio azeite. Quando estiver bem quente introduzir o bacon e deixar alourar um pouco.

Juntar os pimentos e a courgette e saltear 2 minutos. Adicionar os cogumelos escorridos e os rebentos de bambu. Temperar com sal e pimenta e deixar cozinhar mais 2 minutos.

Reduzir o lume e envolver o queijo creme até derreter.

Polvilhar com raspas de limão e servir sobre o esparguete.

Espero que gostem tanto como eu.

(Imagem cedida pela autora) Rosário Mota – Come, Bebe, Sorri e Ama.

Feijão Verde Salteado

Nota Cooking: Contribuição do blog Vegelicious! Original aqui. 🙂

Cá em casa adoramos variar nos acompanhamentos. Tentamos ao máximo fugir do arroz e da massa, pois apesar de serem bem bons, o paladar também se cansa se sempre comermos a mesma coisa.

Os acompanhamentos que mais fazemos, como quase tudo o que se costuma cozinhar cá em casa, são simples e fáceis de executar.

Venho partilhar um dos preferidos do momento, feijão verde salteado. Já se sabe que o feijão verde tem uma data de coisas boas para a saúde pois fortalece os ossos, é amigo do nosso coração e está cheio de vitaminas. Tudo boas razões para nos deliciarmos com ele.

Cooking World - Feijao Verde SalteadoIngredientes:

500gr de feijão verde

2 colheres de sopa de azeite

2 dentes de alho picados

sal a gosto

Preparação: 

Arranjar o feijão verde retirando os fios laterais e cortar ao meio no sentido do comprimento.

Numa panela de cozinhar ao vapor, encher o fundo com água, tapar e deixar ferver. Acomodar o feijão verde no utensílio próprio para este tipo de cozedura, juntar o utensílio à panela e cozinhar tapado durante 15 minutos a lume baixo.

Numa frigideira, saltear o alho em azeite até estar douradinho. Acrescentar o feijão verde, temperar com sal e saltear durante uns minutos, até ficar sequinho.

Servir como acompanhamento.

Esta receita dá para 2 pessoas =)

(Imagem cedida pela autora) Vegelicious.

Tiras Estaladiças de Curgete

Nota Cooking: A primeira contribuição do blog [Limited Edition]! Original aqui. 🙂

Se eu experimentasse todas as receitas 332 receitas que se encontram no meu álbum do Pinterest “Fooooood!”, seria certamente uma bolinha. Ou uma bolona, com direito a dois lugares no avião só para mim. Mas a verdade, é que me interessa sempre experimentar receitas diferentes e lá vou fazendo “pin” de uns bifes aqui, uns lombos de salmão ali, umas batatas acolá. No final, mais de 300 receitas e eu só com uma vida para as experimentar.

Por exemplo, estas “crispy parmesan zucchini fries” estavam perdida pelo álbum há algum tempo. Aguardavam que comprasse uma embalagem de panko, uma espécie de pão ralado japonês muito utilizado em pratos americanos (não me perguntem porquê). Consegui encontrá-lo na Liberty Store aqui em Lisboa, mas já ouvi dizer que na secção de produtos orientais de grandes superfícies também os costumam ter. Caso prefiram, podem substituir por pão ralado, mas não fica exactamente o mesmo: nem em sabor, nem em textura. No entanto, se quiserem experimentar estas tiras de curgete estaladiças, garanto-vos que são saborosas e fazem um brilharete tanto como entrada como petisco!

Cooking World - Tiras Estaladicas de CurgeteIngredientes (retirado daqui):

1/2 curgete cortada em tiras
1 ovo
farinha qb
panko qb
alho em pó
pimentão doce (paprika)

parmesão ralado

Preparação: 

Passar a curgete cortada em fatias finas pela mistura de farinha com alho em pó e pimentão doce. Seguidamente envolvê-las no ovo e depois numa mistura de panko, alho em pó, pimentão doce e parmesão (ralado na altura). Levar ao forno a 220º durante 10 minutos. Virar e assar mais 10 minutos. Servir quente acompanhado de um molho à escolha, tipo dip (eu usei barbecue).

(Imagem cedida pela autora) Maria Teixeira – [Limited Edition].

Noodles Chineses

Agora que encontrei um supermercado chinês cheio de coisas boas e mega baratas, sou feliz! 🙂

Além de mais económico, têm uma variedade de produtos, cada um mais interessante que o outro e montes de ingredientes que dificilmente se encontram por aí, como edame, molho de ostra vegetariano ou bambú fresco.

Como lá fui no fim-de-semana passado fiquei inspirada e fiz, como não podia deixar de ser, noodles chineses. Adoro este prato por ser tão fácil, tão rápido e cheio de vegetais fresquinhos e saborosos.

Cooking World - Noodles ChinesesIngredientes:

1/3 pimento vermelho laminado
200gr. de bambu fatiado (primeiro deve passar-se por água)
1 bolsa de rebentos de soja (200 gr.)
5cm de alho-francês picado
2 colheres de sopa de azeite
280gr. de brócolos congelados (caso usem frescos, ponham bastante mais) previamente descongelados
400gr de noodles chineses (usei de trigo)
4 colheres de chá de sopa de molho de soja

sal e cebolinho fresco picado a gosto

Preparação:

Numa panela com água a ferver temperada com sal, acrescentar os noodles. Cozinhar até estarem al dente (são bastante rápidos, demoram cerca de 2 minutos a fazer). Escorrer e reservar.

Num wok, saltear o alho-francês, brócolos, pimento, rebentos de soja e o bambu. Acrescentar o molho de soja e o sal e cozinhar até os rebentos ficarem tenros. Rectificar o sal e molho de soja se necessário.

Juntar os noodles e os cebolinho aos legumes e deixar cozinhar mais alguns minutos, envolvendo bem.

Esta receita dá para 4 pessoas e é perfeita para comer com pauzinhos! 🙂

(Imagem cedida pela autora) Vegelicious

Oh mãe, o que é o jantar? Legumes

Nota Cooking: Mais uma crónica do Xavier Pereira, sobre um tema que costuma dar dores de cabeça a todas as mães: legumes!!

De uma forma geral não há grupo de alimentos que dê mais dores de cabeça às mães deste mundo do que os legumes. Porque são importantes, porque os miúdos têm de os comer, porque fazem muito bem à saúde, porque têm muitos nutrientes e beca-beca. Mas os miúdos ainda assim resistem à sopa, à salada, aos legumes cozidos, salteados, coloridos, disfarçados no meio da carne ou de outra maneira qualquer. Não dá, é difícil, e por mais arte que se tenha no momento de colocar tudo no prato bonitinho ou por mais talento que se tenha nos tempos de preparação ou nos temperos, há sempre um miúdo que torce o nariz, cerra os dentes e se for preciso chora um pouco. (Birras por causa da sopa toda a gente já presenciou!)

Na prática o desafio é fazer com que os miúdos participem em todos os momentos da vida do legume, diz que dá resultado. Se for possível plantá-lo, regá-lo, colhê-lo e participar depois no tratamento que lhe é dado até ao momento de nos chegar ao palato, melhor. Mas muita gente não tem o tempo que isto exige; ou a paciência, vá.

Para essas pessoas o desafio é maior e normalmente o número das encomendas de pizza é mesmo o melhor amigo em picos de stress alimentar e falta de paciência.

Por aqui não há receitas. Uma sopa ao final do dia é o melhor que nos pode passar pelo estreito, e quando os miúdos começam a refilar com a comida por algum legume (ou outro alimento), o máximo que levam é um abre-olhos e um “podes espernear o que quiseres, quando acabares avisa-me para te dar o resto da comida”.

XBP

Cá por Casa Faz-se Assim: Congelar Couve Lombarda

Cooking World - Congelar Couve Lombarda 1Eu sou uma adepta feroz da couve lombarda, pura e simplesmente adoro esta couve! Pode ser na sopa, salteada, refogada, cozida, etc. Se tiver couve lombarda em casa, de certeza que não me atrapalho e arranjo sempre uma refeição saborosa. Por isso… Esta couve não pode faltar!

Para garantir que estou sempre bem servida, costumo comprar couve lombarda em quantidade. Quando chego a casa, corto-a em juliana, lavo muito bem e ponho a cozer com água e sal durante alguns minutos.

Quando a couve está cozida (mas não ao ponto de começar a desfazer-se), ponho-a no escorredor e deixo-a arrefecer assim, para libertar a maior quantidade de água possível. Depois, é só dividir por saquinhos de congelação (ponho cerca de 300g em cada saco), identificar os mesmos, fechá-los retirando o ar e colocar no congelador.

Cooking World - Congelar Couve Lombarda 2

Depois é pôr a imaginação a trabalhar – uma sopa de feijão ou grão com couve lombarda, um arroz de couve lombarda, um salteado de frango e legumes com a dita, simples como acompanhamento de um belo peixinho cozido ou grelhado…

Ah! E caso se estejam a perguntar o que é que o alguidar com a água está ali a fazer na foto, pois é a água de cozer a couve, que eu aproveito para fazer uma sopa; afinal de contas está cheia de vitaminas e sais minerais!

Legumes sem Desculpas

Cooking World - Legumes sem DesculpasMais um livro que, não sendo recente, é mais do que actual! Da autoria de Henrique Sá Pessoa e do Dr. Fernando Póvoas e editado pel’A Esfera dos Livros, Legumes sem Desculpas contém mais de 70 receitas em que os legumes são o ingrediente principal. Todas elas deliciosas, agradam certamente a miúdos e graúdos – mesmo aqueles que não podem ouvir a palavra “legume”!

Diz a sinopse: “O chef Henrique Sá Pessoa juntou-se ao médico Fernando Póvoas para nos apresentar setenta receitas práticas, deliciosas e rápidas onde os legumes são o ingrediente em destaque. Ao longo destas páginas vai descobrir novas formas de cozinhar o milho, a alface, o tomate, os espinafres, entre outros, para toda a família. Acabaram-se as desculpas! Da simples sopa de cenoura ou de aipo, ao original caril de banana, abóbora e batatadoce, passando por pratos especialmente pensados para as crianças como o empadão de bolonhesa e legumes, ou por sobremesas originais como bolo de chocolate e curgete, ou o gelado de abóbora e gengibre, as opções são variadas. O Dr. Fernando Póvoas despiu a bata e vestiu o avental para nos dar os seus conselhos alimentares e explicar a importância dos legumes enquanto elemento essencial de uma alimentação equilibrada.”.

Fonte: Wook.

Couve Lombarda Salteada com Nozes

Nota Cooking: Contribuição Vegelicious :).

Nestes dias de Inverno, quando o frio espreita, alface é das ultimas coisas que me apetecem. Gosto de comer comida quentinha, que reconforte o estômago e isso não tem que significar comida pesada.

Ontem fiz um acompanhamento de couve lombarda. Quem me mostrou que a couve se pode saltear foi o meu pai e desde aí, passou a ser mais uma hortaliça obrigatória no frigorifico.

Além de fácil e delicioso, é uma boa forma de reduzir hidratos de carbono numa refeição com uma opção saborosa.

Cooking World - Couve Lombarda com NozesIngredientes:

1 couve lombarda média cortada em juliana
2 cenouras raladas
1 mão cheia de nozes partidas em pedaços
4 dentes de alho picados
3 colheres sopa de azeite

Sal e pimenta 5 bagas a gosto

Preparação:

Numa frigideira grande, refogar o alho no azeite até ficar dourado. Juntar a couve lombarda e os temperos e cozinhar em lume médio envolvendo bem e mexendo ocasionalmente.

A couve estará salteada quando estiver tenra e com alguns pedaços tostadinhos. Acrescentar a cenoura e deixar cozinhar por alguns segundos, misturando bem. Tirar do lume e juntar os pedaços de nozes.

Esta receita dá para 4 gulosos e fica óptima como acompanhamento de hambúrguers vegetarianos ou bifinhos de seitan. 🙂

(Imagem cedida pela autora) Vegelicious

Uma Espécie de Strogonoff

Nota Cooking: Contribuição da colaboradora Ana Luísa Paulo!

Cooking World - Uma especie de StrogonoffOntem para o almoço apetecia-me strogonoff, mas não queria usar natas nem leite de coco… Fui ao congelador e havia lá um saquinho de perú partido às tiras. No frigorífico havia cenouras, couve, courgette e agrião.

Peguei nos legumes, descasquei, cortei em pedaços e pu-los a cozer a vapor.

Enquanto os legumes coziam, numa frigideira coloquei um pedaço de margarina, um pouco de azeite, uma colher de sobremesa de polpa de tomate e deixei as tiras de perú (temperadas com sal e limão) a cozinhar durante uns minutos.

Assim que os legumes cozeram, juntei-os ao preparado da frigideira. Envolvi tudo muito bem, deixei alourar e já está, a minha espécie de strogonoff!

Ficou óptimo!

Nota: Usei polpa de tomate com cebola e alho da Compal.

(Imagem cedida pela autora) Ana Luísa Paulo