Endívias Recheadas com Atum

Nota Cooking: Contribuição do blog Aventuras de uma Mamã! Original aqui. 🙂

Cooking World - Endivias Recheadas com AtumIngredientes: 

4 folhas de endívias lavadas e escorridas

2 latas pequenas de atum ao natural

3 c. de sopa de milho

1/2 pimento em quadradinhos (usei pimento laranja)

Tomates cherry a gosto

Azeitonas a gosto (em rodelas)

4 c. de sopa de Quinoa

Queijo Mozarella em quadradinhos

Sal marinho, pimenta e azeite q.b

Creme balsâmico de Manga para decoração

Sementes de sésamo tostadas q.b.

Preparação:

Lavamos as folhas de endívias e deixamos que sequem.

Colocamos todos os restantes ingredientes numa taça. Misturamos bem. E provamos. Deitamos um fio de azeite e voltamos a misturar suavemente. Se acharmos necessário adicionamos sal e pimenta a gosto.

Com uma colher recheamos as folhas de endívias e colocamos numa travessa. Deitamos um fio de creme balsâmico de manga em cada uma e polvilhamos com sementes de sésamo.

Servimos de imediato.

(Imagem cedida pela autora) Mena Lopes – As Aventuras de uma Mamã.

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Oh Mãe, o que é o Jantar? Grão

Nota Cooking: Mais uma crónica semanal sobre a alimentação dos mais novos, da responsabilidade do nosso colaborador Xavier Pereira! Desta feita, o tema é o grão. 🙂
Imagem retirada da internet via Google Imagens

Imagem retirada da internet via Google Imagens

Hoje a panela de pressão já está a zumbir. Antevê-se uma refeição que envolva alguma coisa daquelas que não colhe grandes fãs nas idades mais jovens. Neste caso, o que já coze na panela é grão.

Já aqui falámos de favas e do desencanto que as acompanha. No caso do grão o desencanto é igual. É o cheiro, o sabor, a pele, a grande probabilidade de o grão ficar mal cozido, a sua textura e claro, o sabor.

Em miúdo o maior ódio alimentar era, precisamente, ao grão. Como castigo pedagógico (“não gostas, vais comer mais para aprender a gostar”) todos os sábados ao almoço, impreterivelmente, durante uma boa temporada o meu almoço foi bacalhau com grão. Odiava esse prato, apenas pela presença do grão. Hoje quando tem de ser, é. Como-o. Com pouca vontade, com nenhum entusiasmo, com uma vontade desmedida de fazer passar aquele momento rápido. Não é sofrimento, mas é um grande desagrado. Estou em contagem decrescente para mais um teste ao grão. Vou comer rápido, para ver se passa depressa a sensação de “não gosto mesmo nada disto”.

Bom proveito. 😉

XBP

ABC dos Alimentos: Alho Francês

Nota Cooking: Contribuição do blog Na Aldeia com a Natureza! Original aqui. 🙂

Há tempos atrás olhei para a horta e pensei que teria que fazer algumas colheitas, nomeadamente o Alho Francês ou Alho-Porro.

Cooking World - Alho Frances 1

Como não é criado em estufa e sim ao ar livre, se o deixasse mais tempo na terra começava a endurecer e depois já não teria um gostinho tão saboroso! Um pouco de sabedoria … Pois bem…

… Em vez de formar um bulbo arredondado, como a cebola, o alho-poró produz um longo cilindro de folhas encaixadas umas nas outras, esbranquiçadas na zona subterrânea, sendo esta a parte das folhas a mais utilizada na culinária, ainda que a parte verde também possa ser utilizada, por exemplo, em sopas. Para que o bulbo fique de cor branca é necessário proceder à “amontoa”, cerca de 30 dias antes da colheita. Tal operação consiste em soterrar quase por completo a planta.

São geralmente semeados em canteiros, em estufas dos quais se retiram as mudas, que se podem encontrar no mercado e transplantar para hortas. Depois da muda, é uma planta particularmente resistente. Existe um conjunto de variedades particularmente adaptadas ao frio e que se mantêm prontas para consumo durante o inverno. É mais resistente à geada que a cebola. A planta adapta-se facilmente a qualquer tipo de solo, ainda que prefira solos pouco ácidos ou sensivelmente neutros. É aconselhável também que o solo seja bem drenado.

Em geral subdividem-se as variedades cultivares de alho-francês em alho-francês de inverno e de verão. Enquanto que o alho-francês de verão é plantado com vista a uma colheita rápida, o alho-francês de inverno é geralmente colhido até à primavera seguinte ao ano em que é plantado. As variedades de verão são geralmente de menor porte e têm um sabor menos intenso que as variedades de inverno.” In Allium ampeloprasum, Porrum

Assim sendo, o que me lembrei de confeccionar hoje? Apresento a minha aventura de produtos vindos directamente da horta… Alho Francês, cebola, alho… Os outros já vieram directamente da Loja 😀

Cooking World - Alho Frances 2

Tudo junto dá uma Maravilhosa Tarte / Quiche de Alho Francês. Adianto que não é nada enjoativa, mas sim simples e com um sabor único. Excelente para acompanhar qualquer iguaria ou simplesmente para uma entrada.

Espero que tenham gostado de mais uma sugestão de Na Aldeia com a Natureza…

(Imagens cedidas pela autora) Aladiah – Na Aldeia com a Natureza.

Oh mãe, o que é o jantar? Batatas Fritas de Pacote

Nota Cooking: Mais uma crónica semanal do “nosso” Xavier Pereira – venham as batatas fritas! 🙂

Um dos maiores trunfos das mães modernas. Estão no carro com os putos que se vão a queixar com fome, abre-se um pacote de batatas fritas e o mundo torna-se um lugar melhor. Pelo meio há muita gente que não dispensa a batata frita de pacote como snack de meio da tarde, de início de noite, de meio da noite, de fim de noite… ah, e claro: às horas de refeições.

É as lisas, as onduladas, as receita assim, as receita assado, as com isto e com aquilo, as especiais e as x-pto, uma alegria num negócio que promove umas gorduras extra enquanto distribui sorrisos saciados a crianças e graúdos.

Por estas bandas, as batatas fritas de pacote servem tão-somente para acompanhar o hambúrguer, o bife ou a carne assada quando o verdadeiro acompanhamento terminou. É que comparar batata frita real à batata frita de pacote é quase o mesmo que comparar mousse de chocolate caseira com a instantânea: não tem nada a ver (e voltámos outra vez ao chocolate, não há volta a dar…).

XBP

Ervas Aromáticas: O Coentro

Nota Cooking: Nova contribuição da Aladiah, que escreve o blog Na Aldeia com a Natureza! 🙂

Cooking World - Coentro 1O Coentro é uma planta anual e muito aromática, de folhas recortadas e flores pequenas de cor branca ou rosa.

As sementes muito redondas de cor bege são muito apreciadas na culinária. Eu regra geral costumo guardar as sementes de uns anos para os outros, pois compensa e é uma forma de poupar!

O coentro tem propriedades digestivas, é anti-séptico e tem a particularidade de ser calmante.

Algumas curiosidades muito interessantes, é que na Índia é considerado afrodisíaco, serve para aumentar as glândulas mamárias e também ajudam a neutralizar o hálito do alho, A tisana das folhas combate ainda a fadiga e alguns tipos de enxaquecas. As suas sementes são um excelente digestivo quando mastigadas depois da refeição. E esta hein??

Feito em infusão ou chá, o coentro alivia dores de estômago em caso de digestões difíceis, vómitos e flatulência, estimulando o apetite e ajudando as secreções gástricas e intestinais.

Na medicina chinesa inalam-se os vapores dos ramos dos coentros e massaja-se o corpo com chá para acalmar a comichão e eliminar as borbulhas do sarampo.

Na antiguidade, os coentros eram mais utilizados pelas suas propriedades medicinais, mas hoje em dia é mais comum serem usados na culinária.

Cooking World - Coentro 2

E eu aproveitei e usei um raminho de coentros na confecção do meu almoço… Arroz de Coentros.

(Imagens cedidas pela autora) Aladiah – Na Aldeia com a Natureza

Gama Balance Cozinha Pronta

A marca Cozinha Pronta lançou recentemente uma linha de produtos composta por 4 receitas, a pensar nos consumidores quee se preocupam com a saúde, a forma física e o bem-estar (e que querem perder algum peso, acrescento eu): a Linha Balance.

De acordo com a marca, esta linha de produtos representa o equilíbrio nutricional de uma refeição, graças à combinação de ingredientes diferenciadores, numa refeição com baixas calorias (entre 240 e 308 kcal) e está disponível em 4 variedades:

  • Peito de Frango com queijo creme, cenoura e puré de bróculos
  • Peru Balsâmico com legumes salteados
  • Fusilli Integral com frango e uma variedade de legumes
  • Lombo de Pescada perfumado com limão e coentros, acompanhado com arroz de legumes.

As embalagens são práticas e com refeições individuais de 300gr, p+odendo ir directamente ao forno e ao microondas.

Parecem-me uma boa opção para as meninas (e meninos) que querem perder uns quilinhos mas ao mesmo tempo  não têm tempo e/ou paciência para fazer refeições diferentes para si próprias e para o resto da família (eu sofro deste mal…). Mas é claro que há sempre que ter em conta o factor preço.

Fonte: ClipQuick.

Oh mãe, o que é o Jantar? Frutos Secos

Nota Cooking: A crónica semanal de Xavier Pereira, desta vez dedicada aos frutos secos. 🙂

Faz bem à saúde, mas não se deve comer em excesso. Pois. Como tudo na vida, então. O chocolate também faz bem à saúde e se comido em excesso só faz é mal (mas sabe bem!). Bom, mas não é exactamente sobre o que faz bem, mal ou assim-assim que este texto é. Como o título desvenda, vamos falar de frutos secos. Apertem-se os cintos, fechem-se as bocas, que estamos prestes a entrar no mundo desencantado das nozes, amêndoas e derivados.

Não há pior do que a tradição de passagem de ano de ter de engolir 12 passas – por estas bandas nunca foi posta em prática – ou a de dar às crianças pinhões, porque são pequenos e fazem tão bem… Por amor da senhora das colheres de pau, frutos secos são das coisas mais desenxabidas que podem existir. Deixam a boca… seca.

Na prática, o nome não ajuda muito. De uma forma geral, o que é seco não é tido com muito boa consideração. O tuga gosta das coisas com molho e bem regadas… Se um figo, que é das frutas mais divinais, é tão fantástico, porque razão se hão-de fazer e comer figos secos? Não é bom.

Avelãs – essa pérola dos cremes de chocolate, dos cereais e dos próprios chocolates – para quê comê-las sem esse contributo precioso? Não cai bem.

Nozes e amêndoas – por estas bandas só numa tabelete ou num bolo de chocolate, e mesmo assim, se for possível metê-las para o lado, lá ficarão esquecidas para a eternidade…

A verdade é que a ideia de comer frutos secos “a seco” é coisa que não colhe muitos fãs por estas bandas.

XBP

Ervas Aromáticas: O Poejo

Nota Cooking: Mais uma contribuição da Aladiah, autora do blog Na Aldeia com a Natureza!

Cooking World - Poejo 1O poejo cresce em solos húmidos e alcalinos, geralmente perto de lagos e rios, aqui na aldeia chamamos-lhe açudes ou mais propriamente barragens.

Em locais não húmidos, a planta cresce mas fica bem rasteira. Pede clima ameno, com muita claridade mas sem incidência directa de sol, solo leve e rico em matéria orgânica.

Deve ser plantado na primavera ou no outono. Mas eu na minha horta não planto, ou seja, ele já está acomodado na minha terra e cresce durante todo o ano.

O poejo é uma planta rasteira, com folhas pequenas e ovais que cheiram a hortelã. A palavra pulegium vem da palavra pulex, que em latim quer dizer pulga.

Antigamente costumava-se queimar o poejo dentro das casas para repelir insectos. O poejo é uma planta originária do Mediterrâneo e Ásia Ocidental, muito utilizada pelos chineses antigos para fins medicinais, na aromaterapia, ou por povos antigos na confecção de coroas para cerimónias.

O Poejo é planta medicinal com efeito digestivo, expectorante, anti microbiano, anti espasmódico. O seu uso interno faz-se através de infusões, o uso externo através de folhas secas, pó e também por infusão.

Além desses usos antigos, hoje em dia também é usado na culinária como tempero. Eu pessoalmente uso como infusão e em culinária… É excelente!!! E além disso gosto muito do cheiro também, sendo calmante, é natural.

Também há quem faça Licor de Poejo, uma bebida espirituosa para beber calmamente e sentir os aromas da terra e todo o seu envolvente do campo.

Na Aldeia nós costumamos fazer o que se chama de Poejada: um prato simples e singelo com um aroma único e sabor característico. Também conhecida como a sopa dos pobres, recuando um pouco atrás no tempo e como dizem por aqui, só se comiam sopas com sopas de pão!

Cooking World - Poejo 2

Regra geral faz-se a Poejada com Bacalhau, mas como já tinha comido bacalhau no dia anterior, resolvi fazer com tamboril e ficou extremamente saboroso e com uma qualidade riquíssima.

Experimentem e vão ver que não se arrependem…

Esta é a sugestão de hoje de Na Aldeia com a Natureza!

(Imagens cedidas pela autora) Aladiah – Na Aldeia com a Natureza

Croquetes de Tremoço d’O Talho Vegetariano

Aqui há uns dias escrevi este artigo sobre O Talho Vegetariano, lembram-se? Nesse artigo, comentei que tinha imensa curiosidade em experimentar os produtos deles. E eles, ou melhor, a gerente, simpatiquíssima, teve a amabilidade de me convidar a conhecer as instalações d’O Talho (os escritórios); e eu fui, pois se estava curiosa… É claro que fui.

Estivemos bastante tempo à conversa, descobri imensas curiosidades sobre a empresa (que não vou relatar aqui, pelo menos agora, senão este artigo vai ser interminável :)) e, no final, fui presenteada com algumas amostras dos seus produtos, para satisfazer a minha curiosidade e experimentar os mesmos.

Há dias comecei a fazer as “experimentações” dos produtos e comecei pelo menos “estranho” aos olhos do resto da família – os croquetes de tremoço:

Não podem ser mais simples de fazer; é só deixar descongelar e depois fritar em óleo bem quente. Em relação ao sabor, eu adorei, a filhota também e o marido diz que quer mais; o mais novinho, porque só tem 4 anos e não está ainda muito habituado a comidas condimentadas, queixou-se um bocadinho (mas adorou a “casca” dos croquetes). Os croquetes são realmente um bocadinho condimentados, mas muito bons – isto dito por alguém que detesta comidas picantes, atenção, por isso não é mesmo nada por aí além. No interior vêem-se e sentem-se bocadinhos de tremoço , e ainda bem, que assim o maridito não pôde começar a ter “ideias” do estilo “mas que raio é que está cá dentro???”!

Cooking World - Croquetes de Tremoco Talho Vegetariano 3Para podermos apreciar bem o sabor, os croquetes foram servidos com um arroz branco e um bocadinho de cenoura salteada em azeite e alho. E como são enormes, cada um de nós comeu um e ficámos almoçados!

Portanto, os croquetes estão aprovados e serão para repetir! Conforme formos experimentando os restantes produtos, vou trazendo a nossa opinião também! 🙂

Alface: Um Calmante Natural

Nota Cooking: A primeira contribuição do blog Na Aldeia com a Natureza e também o primeiro artigo do tema ABC dos Alimentos, um verdadeiro 2 em 1! 🙂

Cooking World - Alface 2Alface!!! Fresquinhas e viçosas as que tenho na horta. Não acreditam? Então leiam a história de hoje…

Geralmente na época do Inverno, as saladas de alface sabem sempre bem e a acompanhar pratos de assados ainda melhor… ou um arrozinho de pato com laranja…

Na minha horta estão com um excelente aspecto! As fotos comprovam.

Sempre que vou dar uma voltinha pelas hortas dos velhotes vizinhos, há alguém que diz:

– Vizinha, não quer levar nada da minha horta hoje?

Engraçado como a simpatia, a humildade e honestidade destas pessoas ainda faz com que partilhem os produtos das hortas delas. Faz-me crescer enquanto Ser Humano e podem ter a certeza que aprendi a ser mais humilde e a partilhar o pouco que tenho,  encarar a vida de outra forma e tudo desde que vim morar para uma aldeia.

Não que as cidades não tenham também acontecimentos destes, mas é diferente… Nas cidades é mais o salve-se quem puder e vira-te como conseguires… Hortas?? Já vai havendo… e nas varandas os famosos vasos com ervas aromáticas (mas isso fica para outro dia, outras histórias!).

Os velhos (sim uso a palavra velho não por desrespeito, mas pela sabedoria que eles transportam e pela enorme capacidade que eles têm de ensinar através das suas rugas, das mãos gastas e dos olhos cansados!) com a sua enxada na mão, em dias de verão ou inverno, cavam os seus quintais, fazem os regos para as sementeiras… colhem as sementes para a época seguinte… Fazem todo um trabalho comprecisão e exactidão. Que perco horas a observar e não me canso de ver e aprender.

Cooking World - Alface 1

Lamento que as gerações de hoje e as vindouras não levem estes trabalhos como uma Arte e como meio de subsistência, apenas desviam-se dela como o Diabo da cruz…

Mas dada a crise que vivemos… tudo o que a Terra nos dá é uma dádiva a agradecer todos os dias à refeição! E não só…

A minha horta agora não tem estado muito bem tratada, porque tem chovido e não
dá para ir mondar os espinafres, as nabiças… Mimar os produtos biológicos
para que estes cresçam melhores, mais viçosos e com uma qualidade que não
encontramos nos supermercados.

Quanto não vale, nós apanhar produtos fresquinhos da nossa horta, lavar, cortar e colocar imediatamente numa saladeira e comer de seguida?? Digam-me que não é maravilhoso??

De uma alface podemos fazer imensas coisas … desde sopa, a salada, e chá!!! Sim chá!! Querem saber para quê?? Eu dou umas dicas …

Todos nós conhecemos a alface, o que grande parte da população não deve saber é que a alface actua como um calmante natural de grande eficácia!

Para além de tratar casos como insónias, também é importante no tratamento do nervosismo ou ansiedade.

Por vezes quando há aquele nervosismo, ansiedade, ou até mesmo insónias, o primeiro chá que nos vem à cabeça será a camomila, mas fiquem a saber que a alface poderá ser utilizada em chá como forma de calmante.

A alface, mais precisamente o talo da alface, é rico numa substância denominada de lactucina. Essa substância actua no nosso organismo como um calmante, o que é excelente para nos ajudar a combater as insónias.

Basta colocar água a ferver, deixar os talos das alfaces entre cinco a dez minutos em infusão na água, coar e beber.

Também é muito usada para tratamento de hemorróidas.

Espero que tenham gostado desta primeira história da Aldeia com a Natureza!

(Imagens cedidas pela autora) Aladiah – Na Aldeia com a Natureza

ABC dos Alimentos

O Cooking World vai, dentro de muito em breve, dar início a um novo tema: o ABC dos Alimentos!

Por aqui não há nutricionistas, dietistas nem nenhuma profissão semelhante, mas há curiosidade e vontade de saber cada vez mais sobre aquilo que consumimos. E a cultura (neste caso a alimentar) nunca fez mal a ninguém, certo??

Por isso aguardem, que as novidades nesta nova rubrica não tardam por aí :).

Refeições Izidoro

Cooking World - Izidoro Comida ProntaSabiam que a Izidoro lançou muito recentemente uma nova gama de produtos? São refeições caseiras em lata, confeccionadas a partir da Cozinha Tradicional Portuguesa, e que de acordo com a marca se preparam em apenas 3 minutos. São 6 refeições prontas, das quais só consegui “descortinar” 5… A saber:

Sopa da pedra – Chispalhada – Chouriço com feijão branco – Feijoada – Dobrada com feijão branco

Este tipo de refeições em lata não é novidade para ninguém pois já existem no mercado há vários anos, mas não eram da Izidoro. Diz a Izidoro que as suas se destacam por serem de elevada qualidade e terem um sabor único.

Eu não sou muito adepta deste tipo de refeições, mas já sei que o meu marido vai querer experimentar, hahaha!

Fonte: Izidoro.

Foodomics

Sabem o que quer dizer “Foodomics”? E não, não é um palavrão!

Vou tentar explicar… Todos nós sabemos que nas duas últimas décadas tem havido um enorme desenvolvimento nos mais diversos campos e a alimentação não é excepção. Devido a estes avanços, é agora possível relacionar uma série de áreas de estudo que antes se desenvolviam de forma independente – os componentes alimentares, as comidas em si, as dietas, a saúde e as doenças e por aí fora.

Assim surgiu o termo (e a disciplina) Foodomics, que no fundo define uma abordagem compreensiva e global ao estudo da alimentação e dos alimentos numa perspectiva de melhoria da nutrição humana. Ou seja, os domínios da comida e da nutrição são estudados como um todo, com o objectivo de optimizar a saúde e o bem-estar dos seres humanos. Por outras palavras ainda, digamos que é a disciplina que estuda a relação entre os alimentos e as doenças. Resumindo e concluindo, a grande ambição da disciplina é poder proporcionar a cada indivíduo um plano alimentar personalizado que optimize a saúde e minimize ao máximo o risco de doença.

E bem que procurei, mas não consegui encontrar uma tradução para este termo na língua portuguesa.

Fonte: Foodomics / CSIC.

Peixe Frito?!

Neste primeiro texto, o peixe saltou do aquário e foi directamente até ao óleo borbulhante. Sim, vamos falar sobre porque é que muito boa gente não gosta de peixe frito.

Passando à parte a problemática “espinhas”, podemos atribuir a falta de adeptos juvenis aos jaquinzinhos ou ao peixe-espada frito, a questão do alimento em si. Nos jaquinzinhos pressupõe-se que a única coisa que se deixa no prato é a espinha dorsal, e, no limite, a cabeça. A sério? Vamos mesmo ter de comer todas as outras espinhas? Já para não falar que falta ali muito alimento. Mal se sente o peixe, de tão reduzido que é o tamanho do dito cujo. Portanto, a ideia de que o almoço ou o jantar são espinhas com pele frita não anima ninguém… Depois, o peixe-espada. O problema mantém-se: falta de alimento.

No reino do peixe frito safam-se os filetes. Não têm espinhas e é aquilo que mais alimento tem.

Mas há dicas, pessoas que nos lêem. O acompanhamento, o tradicional arroz de tomate e pimentos que acompanha o peixe de frigideira é uma arma importante para fazerem os filhos, sobrinhos e pessoas no geral aprovarem a ideia de que o que se vai comer no almoço de domingo é peixe frito. Se for bem feito, consegue acompanhar quase qualquer peixe.

Pelo meio convém que seja pensada a sobremesa, porque depois de peixe, é bom que haja algo doce como recompensa pelo bom desempenho numa refeição tão complicada.

Depois é bom que exista uma preocupação constante: a qualidade. Do peixe, do arroz, do óleo, dos pimentos e claro, da sobremesa. Pelo meio, pense-se no cheiro e abram-se todas as janelas, faça-se corrente de ar, fechem-se as portas das zonas reservadas e, no caso de nada disto resultar, tenham sempre o número das encomendas de pizzas à mão.

A verdade é que é tudo uma questão de perspectiva, mas há por aí muito boa gente que prefere fazer dieta no dia em que a refeição é peixe frito…

XBP

Oh Mãe, o que é que é o Jantar?

Imagem: George Hodan

Imagem: George Hodan

Inicia-se hoje mais uma rubrica no Cooking World! Desta vez, uma crónica semanal divertida e bem disposta, da responsabilidade de um amigo que, na minha modesta opinião, escreve divinalmente: Xavier Baltazar Pereira.

Nas palavras do próprio, “junta-se a visão do filho neste mundo da culinária. O que os filhos gostam, o que não gostam, o que adoram e o que nem o cheiro suportam, escrito por um filho que já sonhou ser chef, que hoje adora comer e que de vez em quando se atreve no mundo dos cozinhados“.

Sempre num tom divertido, e por vezes até cómico; vai valer a pena espreitar, fiquem atentos!