Oh Mãe o que é o Jantar? Tremoços

Nota Cooking: A crónica semanal do Xavier Pereira, hoje sobre… Tremoços! 🙂
Imagem: Wikipédia

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O encanto deste aperitivo é digno de uma crónica inteirinha só para estas bolinhas espalmadas, amarelas, com casca e que tão bem sabem na esplanada, com amigos e boas conversas.

Com ou sem imperial, muitos são os adeptos dos tremoços. Por estas bandas, a imperial pode ficar na torneira, desde que o tremoço não falte. Numa esplanada, numa feira, num piquenique, ou numa tarde de sofá, o tremoço sabe sempre muito bem!

Ora pelo encanto de ir tirando a pele e comendo, ora pelo salgado deste “marisco”, o tremoço é um aperitivo social, dá para ir petiscando, os miúdos gostam, não enche muito e satisfaz sempre alguma ponta de fome que apareça antes da refeição estar pronta.

Com o começo dos dias de sol (finalmente!), os tremoços voltam em força ao café no final da tarde e à esplanada de fim-de-semana, e já não era sem tempo!

Vai um tremoço? Ou melhor, MUITOS tremoços? 😉

XBP

Oh Mãe, o que é o Jantar? Grão

Nota Cooking: Mais uma crónica semanal sobre a alimentação dos mais novos, da responsabilidade do nosso colaborador Xavier Pereira! Desta feita, o tema é o grão. 🙂
Imagem retirada da internet via Google Imagens

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Hoje a panela de pressão já está a zumbir. Antevê-se uma refeição que envolva alguma coisa daquelas que não colhe grandes fãs nas idades mais jovens. Neste caso, o que já coze na panela é grão.

Já aqui falámos de favas e do desencanto que as acompanha. No caso do grão o desencanto é igual. É o cheiro, o sabor, a pele, a grande probabilidade de o grão ficar mal cozido, a sua textura e claro, o sabor.

Em miúdo o maior ódio alimentar era, precisamente, ao grão. Como castigo pedagógico (“não gostas, vais comer mais para aprender a gostar”) todos os sábados ao almoço, impreterivelmente, durante uma boa temporada o meu almoço foi bacalhau com grão. Odiava esse prato, apenas pela presença do grão. Hoje quando tem de ser, é. Como-o. Com pouca vontade, com nenhum entusiasmo, com uma vontade desmedida de fazer passar aquele momento rápido. Não é sofrimento, mas é um grande desagrado. Estou em contagem decrescente para mais um teste ao grão. Vou comer rápido, para ver se passa depressa a sensação de “não gosto mesmo nada disto”.

Bom proveito. 😉

XBP

Oh Mãe O que É o Jantar? Tortellinis

Nota Cooking: Mais uma crónica semanal, da responsabilidade do nosso colaborador Xavier Pereira, hoje sobre tortellinis! 🙂
Imagem retirada da internet via Google Imagens

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A magia de uns tortellinis simples, ou com molho bechamel, ou com molho de tomate e de preferência com recheio de espinafres e queijo fresco é uma pérola para quem precisa de safar uma refeição saborosa à última da hora, tem pouco jeito para a arte dos tachos, e muita vontade de comer. É rápido, eficaz e sabe tão bem!!

De uma forma geral, o que meta massa, pizza, queijo, tomate, oregãos e outros sabores de inspiração italiana colhe muitos fãs. Pois que esta pérola dos tempos modernos não é excepção. Há-os para todos os gostos e para todas as carteiras. Uns frescos, outros congelados, uns mais em conta e outros mais gourmet-expensive.

Habitualmente é obrigatório cozer a massa e depois dar largas à imaginação. Ora fazendo um molho rápido, ora algo mais elaborado como uma travessa de tortellini no forno, com molho de tomate e oregãos com queijo gratinado… Em abono da verdade, uns tortellinis recheados sem qualquer molho ou invenção também fazem maravilhas.

É, talvez, mais uma prova da eficácia das comidas pré-feitas que a malta jovem adora… eu adoro!

XBP

Oh mãe, o que é o jantar? Batatas Fritas de Pacote

Nota Cooking: Mais uma crónica semanal do “nosso” Xavier Pereira – venham as batatas fritas! 🙂

Um dos maiores trunfos das mães modernas. Estão no carro com os putos que se vão a queixar com fome, abre-se um pacote de batatas fritas e o mundo torna-se um lugar melhor. Pelo meio há muita gente que não dispensa a batata frita de pacote como snack de meio da tarde, de início de noite, de meio da noite, de fim de noite… ah, e claro: às horas de refeições.

É as lisas, as onduladas, as receita assim, as receita assado, as com isto e com aquilo, as especiais e as x-pto, uma alegria num negócio que promove umas gorduras extra enquanto distribui sorrisos saciados a crianças e graúdos.

Por estas bandas, as batatas fritas de pacote servem tão-somente para acompanhar o hambúrguer, o bife ou a carne assada quando o verdadeiro acompanhamento terminou. É que comparar batata frita real à batata frita de pacote é quase o mesmo que comparar mousse de chocolate caseira com a instantânea: não tem nada a ver (e voltámos outra vez ao chocolate, não há volta a dar…).

XBP

Oh mãe, o que é o jantar? Chocolate Quente

Nota Cooking: A crónica semanal do Xavier Pereira esta semana aborda… O chocolate quente (agora bebia um… Ou meia dúzia!). 🙂
Imagem retirada da internet via Google Imagens

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Oh preciosidade dos tempos modernos, vinde, vinde que aqui sedes sempre muito bem-vinda!

É verdade, é das coisas que mais ânimos levanta, mais aconchegos de alma faz e mais alegrias provoca. Todas as semanas, no sítio do costume, lá estamos, a beber (ou comer) um bom chocolate quente.

Há-os mais líquidos, tipo leite com chocolate, que só vai se não houver outra alternativa mais… forte. Porque o que é bom e diferente num chocolate quente é precisamente o facto de ser chocolate quente e não leite quente com chocolate. É quando precisamos de uma colher para limpar a caneca antes de darmos por terminada a tarefa que percebemos que os últimos minutos foram passados com um verdadeiro elixir de gula.

Existem os fenómenos e as romarias a determinados sítios porque aquele chocolate quente é quase como que a última Cola do deserto. E é bom que exista um sítio desses. É um local e produto que une pessoas, ora o casal em primeiras semanas de romance, ora o grupo de amigos friorentos com planos melhores do que bebedeiras todos os dias.

O que torna este produto especial é que, além da sua essência: sabor a chocolate, tem uma textura de bradar aos céus, agradecer aos santinhos e no fim, marcar a próxima vez.

Nesta rubrica o chocolate está quase sempre presente… porque será?

Bom, mas voltando ao tema do chocolate quente, quando é marcamos o próximo?

XBP

Oh mãe, o que é o Jantar? Frutos Secos

Nota Cooking: A crónica semanal de Xavier Pereira, desta vez dedicada aos frutos secos. 🙂

Faz bem à saúde, mas não se deve comer em excesso. Pois. Como tudo na vida, então. O chocolate também faz bem à saúde e se comido em excesso só faz é mal (mas sabe bem!). Bom, mas não é exactamente sobre o que faz bem, mal ou assim-assim que este texto é. Como o título desvenda, vamos falar de frutos secos. Apertem-se os cintos, fechem-se as bocas, que estamos prestes a entrar no mundo desencantado das nozes, amêndoas e derivados.

Não há pior do que a tradição de passagem de ano de ter de engolir 12 passas – por estas bandas nunca foi posta em prática – ou a de dar às crianças pinhões, porque são pequenos e fazem tão bem… Por amor da senhora das colheres de pau, frutos secos são das coisas mais desenxabidas que podem existir. Deixam a boca… seca.

Na prática, o nome não ajuda muito. De uma forma geral, o que é seco não é tido com muito boa consideração. O tuga gosta das coisas com molho e bem regadas… Se um figo, que é das frutas mais divinais, é tão fantástico, porque razão se hão-de fazer e comer figos secos? Não é bom.

Avelãs – essa pérola dos cremes de chocolate, dos cereais e dos próprios chocolates – para quê comê-las sem esse contributo precioso? Não cai bem.

Nozes e amêndoas – por estas bandas só numa tabelete ou num bolo de chocolate, e mesmo assim, se for possível metê-las para o lado, lá ficarão esquecidas para a eternidade…

A verdade é que a ideia de comer frutos secos “a seco” é coisa que não colhe muitos fãs por estas bandas.

XBP

Oh mãe, o que é o jantar? Legumes

Nota Cooking: Mais uma crónica do Xavier Pereira, sobre um tema que costuma dar dores de cabeça a todas as mães: legumes!!

De uma forma geral não há grupo de alimentos que dê mais dores de cabeça às mães deste mundo do que os legumes. Porque são importantes, porque os miúdos têm de os comer, porque fazem muito bem à saúde, porque têm muitos nutrientes e beca-beca. Mas os miúdos ainda assim resistem à sopa, à salada, aos legumes cozidos, salteados, coloridos, disfarçados no meio da carne ou de outra maneira qualquer. Não dá, é difícil, e por mais arte que se tenha no momento de colocar tudo no prato bonitinho ou por mais talento que se tenha nos tempos de preparação ou nos temperos, há sempre um miúdo que torce o nariz, cerra os dentes e se for preciso chora um pouco. (Birras por causa da sopa toda a gente já presenciou!)

Na prática o desafio é fazer com que os miúdos participem em todos os momentos da vida do legume, diz que dá resultado. Se for possível plantá-lo, regá-lo, colhê-lo e participar depois no tratamento que lhe é dado até ao momento de nos chegar ao palato, melhor. Mas muita gente não tem o tempo que isto exige; ou a paciência, vá.

Para essas pessoas o desafio é maior e normalmente o número das encomendas de pizza é mesmo o melhor amigo em picos de stress alimentar e falta de paciência.

Por aqui não há receitas. Uma sopa ao final do dia é o melhor que nos pode passar pelo estreito, e quando os miúdos começam a refilar com a comida por algum legume (ou outro alimento), o máximo que levam é um abre-olhos e um “podes espernear o que quiseres, quando acabares avisa-me para te dar o resto da comida”.

XBP

Oh mãe, o que é o jantar? Chocolate

Nota Cooking: Mais uma crónica do Xavier Pereira, hoje sobre chocolate!

Tinha de ser. Não sei como só hoje, à quarta crónica é que falamos de chocolate, porque na realidade é esta a base da alimentação de muitos filhos (cof, cof…).

Já se sabe, tem propriedades que ajudam nas dietas (em doses extra-small e zero gorduras) ou na concentração. Mas a verdade é que a principal potencialidade deste alimento dos deuses é o seu poder de alteração do humor e de aconchego emocional.

É comum: está-se com uma neura descomunal, afoga-se as mágoas, as neuras e as esperanças de corpos mais esbeltos em tabletes de chocolate ou em bolachas de chocolate, ou em bolos com chocolate, ou em leite com chocolate ou num bom chocolate quente. Pode não estar provado cientificamente, mas a maior parte das pessoas confirma este poder do chocolate.

Depois, por outro lado, tem a benesse de ser o principal alimento naquele que é o maior bálsamo na era das sobremesas. Falamos de mousse de chocolate, pois claro. Podem inventar tudo, mas uma boa mousse é dificilmente substituída.

Pelo meio vêm os gelados, os crepes, o salame, as tortas e tudo com o melhor do mundo: chocolate. Branco, de leite, amargo, de culinária, com arroz estufado, com bolacha, com amêndoa ou avelã, da Milka, da Nestlé ou de outra marca qualquer, se há coisa que não me importo que me chamem é de chocodependente, com um consumo diário e de doses generosas.

🙂 Olá, eu, Xavier Pereira, não consumo desde há 30 minutos 🙂

XBP

Então e o Sushi??

Nota Cooking: A terceira crónica de Xavier Pereira, desta vez dedicada ao tema “Sushi”!

O sushi está na moda. É bonito, fica bem no prato, é uma refeição social, é saudável, começou por ser caro e por isso era desejado, hoje está ao alcance de quase todos e faz parte das preferências da maioria, e sim: os filhos deste blogue (ou pelo menos este que vos escreve) adoram sushi.Depois de dois ódios alimentares: peixe frito e favas, esta terceira crónica no Cooking World tinha de ser sobre alguma coisa que me agrade e lembrei-me do sushi. Talvez pelas saudades de uma boa refeição de sushi que não acontece há uns tempos.

O encanto do sushi está em tudo aquilo que foi referido inicialmente: é bonito, saudável e social, mas a verdade é que também é algo que se aprende a gostar. Há quem fique fã à primeira – acuso-me – e há quem aprenda a gostar. Porque é possível.

Sem usar os nomes técnicos, o conselho é sempre começar pelos simples: arroz e salmão, arroz e atum e arroz e camarão. São peixes que se conhecem e que é habitual comer-se, pelo que a única diferença é estarem crus.

Sim, para muitos o sushi é um drama e uma confusão porque é feito com peixe cru. Mas para mim não.

Depois de se fazer uma refeição só com arroz e três peixes, aconselha-se uma segunda visita não tão espaçada que permita esquecer a experiência anterior e passar à fase seguinte: a alga. “Ai que a alga é rija” ou  “Mas aquilo tem muita alga”. Tem e é prático porque na maioria do bom sushi é a alga que segura o alimento.

Neste ponto de introdução da alga pode ser alargado o leque de escolha e permitir-se a aventura por sabores e cores do sushi.

Quanto aos molhos e para os mais sensíveis, o molho de soja pode ser muito agressivo, mas é essencial para uma boa refeição de sushi, porque é isso que lhe vai dar o sabor. Para os iniciados permite-se a primeira aventura com molho agridoce, mas depois e aos poucos – é mesmo para meter pouco – vai passando para o molho de soja.

Ao sushi gosto de aplicar o ditado: primeiro estranha-se, depois entranha-se. Pelo menos é o que tenho visto… Ah, e atenção com o sítio em que se faz esta experimentação: há por aí muito mau sushi. Mais vale pagar-se um bocadinho mais e comer-se sushi de primeira, do que pagar pouco e ficar a odiar aquilo de tão mau que era…

Sai uma rodada de bom sushi para a mesa do canto, por favor.

XBP

Ora Favas!

Nota Cooking: Mais uma crónica da autoria de Xavier Pereira, desta vez sobre… Favas!

Sim, sim, há por aí muito boa gente que a-do-ra favas. Mas num ponto hão-de concordar: aprenderam a gostar. Porque há sabores que se aprendem a gostar e há uns que levam mais tempo que outros.

Nesta visão de filho comilão seria inevitável falar de favas. E por isso o melhor é despachar já neste segundo texto o tema e as considerações que as favas, num primeiro momento, merecem, porque quase de certeza voltaremos ao assunto.

É comum perguntar-se em questionários estúpidos ou quando se conhece uma pessoa pela primeira vez e aquilo está a correr tão mal, mas tão mal, que se fazem as perguntas mais estúpidas e acaba sempre por surgir a comida na conversa: qual o prato preferido e qual o prato odiado. Para este filho que vos fala, o odiado é (e acredita-se que assim continue por mais alguns tempos valentes) só um: favas.

Ora porque às vezes são rijas, ora a sua textura é sui generis e  depois aquele sabor… Sim. O problema é o sabor. É forte. Mas forte no mau sentido, porque uma boa mousse de chocolate tem um sabor forte e comia agora duas taças bem servidas de seguida. Mas as favas não há meio de convencerem.

De vez em quando é-lhes dada uma chance, mas a coisa acaba sempre perto de: «daqui a uns meses voltamos a tentar». E tudo o que acompanha favas é maravilhoso, sabe bem e é a única razão que leva muitos filhos a degustar uma refeição de ervilhas gigantes.

Por falar em ervilhas gigantes, gente com pouco para fazer diz que é importante envolver as crianças na confecção das refeições e beca-beca pardais ao ninho, pois este filho diz-vos: se a ideia é colocarem os miúdos a descascar as favas, esqueçam. O ódio pelo legume virá ainda mais cedo do que a hora da refeição e ninguém quer isso.

Favas, favas… Um dia voltamos a conversar.

XBP

Peixe Frito?!

Neste primeiro texto, o peixe saltou do aquário e foi directamente até ao óleo borbulhante. Sim, vamos falar sobre porque é que muito boa gente não gosta de peixe frito.

Passando à parte a problemática “espinhas”, podemos atribuir a falta de adeptos juvenis aos jaquinzinhos ou ao peixe-espada frito, a questão do alimento em si. Nos jaquinzinhos pressupõe-se que a única coisa que se deixa no prato é a espinha dorsal, e, no limite, a cabeça. A sério? Vamos mesmo ter de comer todas as outras espinhas? Já para não falar que falta ali muito alimento. Mal se sente o peixe, de tão reduzido que é o tamanho do dito cujo. Portanto, a ideia de que o almoço ou o jantar são espinhas com pele frita não anima ninguém… Depois, o peixe-espada. O problema mantém-se: falta de alimento.

No reino do peixe frito safam-se os filetes. Não têm espinhas e é aquilo que mais alimento tem.

Mas há dicas, pessoas que nos lêem. O acompanhamento, o tradicional arroz de tomate e pimentos que acompanha o peixe de frigideira é uma arma importante para fazerem os filhos, sobrinhos e pessoas no geral aprovarem a ideia de que o que se vai comer no almoço de domingo é peixe frito. Se for bem feito, consegue acompanhar quase qualquer peixe.

Pelo meio convém que seja pensada a sobremesa, porque depois de peixe, é bom que haja algo doce como recompensa pelo bom desempenho numa refeição tão complicada.

Depois é bom que exista uma preocupação constante: a qualidade. Do peixe, do arroz, do óleo, dos pimentos e claro, da sobremesa. Pelo meio, pense-se no cheiro e abram-se todas as janelas, faça-se corrente de ar, fechem-se as portas das zonas reservadas e, no caso de nada disto resultar, tenham sempre o número das encomendas de pizzas à mão.

A verdade é que é tudo uma questão de perspectiva, mas há por aí muito boa gente que prefere fazer dieta no dia em que a refeição é peixe frito…

XBP

Oh Mãe, o que é que é o Jantar?

Imagem: George Hodan

Imagem: George Hodan

Inicia-se hoje mais uma rubrica no Cooking World! Desta vez, uma crónica semanal divertida e bem disposta, da responsabilidade de um amigo que, na minha modesta opinião, escreve divinalmente: Xavier Baltazar Pereira.

Nas palavras do próprio, “junta-se a visão do filho neste mundo da culinária. O que os filhos gostam, o que não gostam, o que adoram e o que nem o cheiro suportam, escrito por um filho que já sonhou ser chef, que hoje adora comer e que de vez em quando se atreve no mundo dos cozinhados“.

Sempre num tom divertido, e por vezes até cómico; vai valer a pena espreitar, fiquem atentos!