Exhaust Burger

E que tal transformar os tubos de escape dos nossos automóveis em barbecues?! Já estão a torcer o nariz, certo? Pois, eu também torci quando me deparei com este engenho:

O Exhaust Burger serve para grelhar hamburgueres e recorre ao tubo de escape de qualquer automóvel para tal, tornando assim possível cozinhar e conduzir ao mesmo tempo (esta expressão parece-me muito estranha…), aproveitando desta forma energia que seria desperdiçada, logo, é amigo do ambiente.

Como funciona? Segundo a equipa que concebeu e construiu o protótipo (Roohollah Merrikhpour, Mina Mirzahossein, Narges Alam, Hani Saghaiyan, Elmira Manafnejad, Sanaz Ghaem’maghami e Navvab Bahreyni), os gases de exaustão fluem através de um percurso específico na parte superior do engenho, transmitindo calor para o hamburguer, que se encontra perfeitamente isolado na parte inferior e sem qualquer risco de contacto directo com os gases mencionados; estes, por sua vez, são eliminados pela outra parte do aparelho.

Já imaginaram se a moda pega? Vai ser uma tal confusão no trânsito, com toda a gente a aproveitar os sinais vermelhos para sair do carro, pôr o belo do hamburguer a cozinhar para o almoço e a voltar para dentro do veículo… E quando chegarem ao destino, estacionam, sacam do hamburguer, comem-no e lá vão à sua vida!

Fonte: Ritoon.

Paracucina

Cooking World - ParacucinaOra bem… Isto é um chapéu de chuva; não, é um prato de uma antena parabólica; não, é um fogão solar… voltemos ao início: é um chapéu de chuva; e também é um fogão a energia solar; mas não é um prato de uma parabólica.

Ok, esclarecida. Sendo assim… Posso cozinhar, certo? Lentamente, mas posso; e também posso proteger-me da chuva. Parece-me bem, desde que não utilize ambas as funções em simultâneo.

E como é um projecto diy da autoria de Marc Ayats, que lhe deu o nome de Paracucina, acho que vou arriscar e tentar construir uma coisita semelhante. Alguém me acompanha?

Fonte: DVICE.

Para Cozinhar Onde Quer que Seja??

Cooking World - Forno PortátilE que tal um forno levezinho, totalmente portátil e de tecido??

Parece impossível? Pois não é. Este forno, desenvolvido por investigadores do Taiwan Textile Institute, é ideal para levar connosco e cozinhar em qualquer lado… Desde que tenhamos acesso a uma fonte de corrente eléctrica. Dizem os seus criadores que atinge os 150ºC. Perfeito, por exemplo, para o campismo, para um piquenique, até mesmo para levar para a praia!

Imaginem lá comer uma lasanha acabadinha de fazer num parque de merendas com uma vista deslumbrante, por exemplo?? Ou fazer um bolinho enquanto dormitamos à sombra de uma árvore??

É verdade que a temperatura atingida é inferior à que atingiríamos nos nossos fornos convencionais, mas para o objectivo a que se propõe – ser um forno dobrável e portátil, parece-me bastante bem. Só acho que poderia ser alimentado por uma fonte de energia mais amiga da natureza e das várias possibilidades de passeios ao ar livre; se fosse a energia solar, então aí seria mais que perfeito!

Fonte: Texit.

Beber Café num Bolo?!

Cooking World - Beber Cafe num BoloQue tal beber o cafézinho numa chávena feita de bolo, com um revestimento de açúcar glaceado que funciona como isolante e faz com que não seja preciso adicionar açúcar e nem sequer perder tempo a mexer o mesmo e depois comer a chávena?

Pois a mim parece-me bastante bem! É pena que se trate apenas de um protótipo criado por Enrique Luis Sardi para a Lavazza há já uns bons anos em resposta ao desafio de criar uma chávena de café ecológica e não tenha chegado aos cafés de todos os dias…

Seria uma verdadeira revolução… Deixava de ser preciso gastar água e electricidade para lavar as chávenas, o bolinho estava sempre incluído no preço do café… Para mim só falta mesmo é a versão em adoçante, para quem utiliza este em vez do açúcar!

Fonte: Packaging|UQAM

Uma Bancada que Pensa?

Cooking World - Bancada Oasis 1A bancada de cozinha Oasis é apenas um protótipo, mas desperta a curiosidade de qualquer um!

Esta bancada pode mesmo ser considerada como a bancada do futuro, já que tem funcionalidades nunca antes vistas neste tipo de superfícies e com certeza bastante úteis para quem cozinha; senão vejamos:

Cooking World - Bancada Oasis 2

É sensível ao toque, pelo que com um único dedo podemos ter acesso a um relógio e temporizador ou uma lista de compras virtual; se por acaso entornarmos algo sobre a bancada, surge imediatamente um aviso, para que procedamos à respectiva limpeza (óptimo para quem é desorganizado na cozinha); e se colocarmos alimentos sobre a bancada, ela diz-nos o que poderemos cozinhar com eles, podendo mesmo dar-nos uma série de indicações nutricionais.

Cooking World - Bancada Oasis 3

Para mim, só falta uma balança para pesar ingredientes!

A bancada foi desenvolvida por Ryder Ziola, estudante da Universidade de Washington, em conjunto com cientistas do Intel Labs Seattle, liderados por Beverly Harrison.

Fonte: Dvice / MIT Technology Review.

Um Fogão com Rodas!

Cooking World - Fogao com RodasPronto, é um destes que eu quero! 🙂

Não para todos os dias, mas para quando me apetecer cozinhar ao mesmo tempo que apanho um banho de sol (ai que saudades…) recostada numa espreguiçadeira no jardim.

Ou quando tenho muito pouco tempo e preciso de decidir entre ir tomar um duche ou fazer o jantar, por exemplo.

Ou para ir terminando o jantar confortávelmente sentada no sofá, em amena cavaqueira com os amigos.

Com um fogãozito destes, era só esticar o braço e mexer o conteúdo do tacho ou da panela – simples e prático! O fogão em si é composto por uma base fixa com um forno e 3 queimadores, mais uma parte que se pode deslocar, equipada com um bico enoooorme.

E não, não se encontra à venda, infelizmente.

Fonte: Bornrich

Um fogão… Ou um sofá??

Cooking World - Fogao e sofa 1Para quem habita em “ovos”, ou seja, em casas muito, mas mesmo muito pequenas ou até mesmo em quartos, este poderá ser (talvez) o fogão ideal; ou o sofá ideal; ou ambos! Sim, ambos.

Estou a falar da Double Space Kitchenet, que é nada mais nada menos que uma poltrona ou sofá que se converte em fogão, com direito a dois bicos eléctricos e espaço de bancada, para além de 2 tomadas eléctricas! é que é só mesmo levantarmos-nos da poltrona, virá-la ao contrário e começar a cozinhar. 🙂

A peça está preparada para proporcionar aos seus utilizadores a altura ideal a nível de poltrona, mas também a altura ideal para cozinhar (só não referem qual deve ser a altura ideal do utilizador para que as outras alturas sejam também ideais…).

A ideia é de Jeffrey Warren para a Vestal Design. Original, não?

Fonte: Vestal Design

Um Frigorífico (muito) Inteligente!

A designer Ashley Legg (que também deve ser dona de casa e cozinhar diariamente, cá para mim) criou um frigorífico espantoso! Não sei se será funcional, mas que é espantoso, lá isso é. E porquê?

Porque o dito electrodoméstico tem a capacidade de criar receitas (?) a partir dos ingredientes que estiverem no seu interior, e ainda nos vai ditando as mesmas enquanto cozinhamos! Não perceberam lá muito bem, pois não? (Eu tive que ler 3 vezes a notícia para perceber…). Vamos ao como:

Chegamos a casa com as compras e arrumamo-las no frigorífico; a seguir fechamos a porta, que se transforma num touchscreen, e introduzimos os alimentos que acabámos de arrumar no interior. Depois, seleccionamos uma refeição baseada no que está no frigorífico, verificamos a lista de ingredientes e retiramos do interior o que vamos precisar.

Finalmente começamos a cozinhar, enquanto o frigorífico nos vai dando as instruções… Um sonho! Ou será um pesadelo para quem é criativo na cozinha???

Fonte: YankoDesign.

Muffins vs Cupcakes

Cooking World - Muffins vs Cupcakes

Imagem retirada da internet via Google Imagens

Parece-me relativamente óbvio que um muffin não é igual a um cupcake… Mas será que sabemos mesmo quais são as diferenças? Eu fui investigar o assunto e fiz algumas descobertas. 🙂

Os muffins:

  • São menos doces que os cupcakes
  • A massa é mais saborosa que a massa dos cupcakes
  • Não têm cobertura (ou não devem ter)
  • A proporção entre a farinha e o açúcar é de cerca de 2 a 3 medidas da primeira para uma medida do segundo, o que torna os muffins menos doces e mais pesados que os cupcakes.

Os cupcakes:

  • Têm sempre cobertura
  • O sabor provém principalmente da cobertura e não da massa
  • A massa é mais rica em gemas e manteiga que os cupcakes
  • A proporção entre a farinha e o açúcar é de aproximadamente 1,5 medidas da primeira para 1 medida do segundo, o que torna a massa mais fofa mas também muito mais doce.

Mas a principal diferença é mesmo o método utilizado para misturar os ingredientes; nos muffins, por norma, misturam-se todos os ingredientes secos, à parte todos os ingredientes líquidos e depois integra-se este último preparado no primeiro. Nos cupcakes, começa-se por misturar a manteiga com o açúcar e bater bem, adicionam-se depois os ovos/gemas e finalmente vai-se alternando os restantes ingredientes sólidos com os líquidos.

O vídeo que se segue explica tudo isto e ainda mais alguns pormenores:

Fonte: America’s Test Kitchen

Os Ovos do Futuro

Cooking World - OvosParece que nos últimos dias a minha pessoa anda virada para descobrir o que o futuro nos reserva em termos de culinária… Desta vez, os ovos!

A empresa Hampton Creek Foods está a desenvolver ovos… Sem galinhas! Quer dizer, não são bem ovos, mas sim substitutos dos mesmos, todos de origem vegetal. Pelo menos é este o objectivo de Josh Tetrick, o seu fundador, que em conjunto com outras 18 pessoas tem tentado desenvolver substitutos para ovos à base de plantas. E parece que não estão tão longe quanto isso do seu objectivo, já que na última semana de fevereiro a empresa começou a distribuir diversas amostras feitas com estes produtos: muffins, bolachas, bolos, cupcakes, etc, tudo eggs free. E já se estão a preparar para lançarem maioneses, molhos para saladas e até mesmo uma mistura para fazer ovos mexidos…

Porquê? porque as plantas consomem menos água que as galinhas, não libertam CO2 para o ambiente (pelo contrário), saem mais baratas, não têm colesterol e ainda duram muito mais que os ovos verdadeiros, para além de serem óptima opção vegan.

As razões são válidas, mas… Ovos à base de plantas? Faz-me alguma confusão, mas Josh garante que nenhum produto será lançado a não ser que saiba exactamente como o original.

Em Portugal é provável que ainda tenhamos de esperar um bom tempo para experimentar estes substitutos dos ovos, mas eu já fiquei curiosa!

Ovos de plantas.. Quem diria?!

Ah, já agora, mais uma curiosidade: a empresa está sedeada em Sillicon Valley, lado a lado com algumas das maiores empresas a nível mundial; será algum presságio??

Fonte: Bloomberg BusinessWeek.

O Fogão do Futuro!

A tecnologia ao serviço da culinária! Apresento-vos o fogão do futuro, o Fisher & Paykel Izona Cooksurface :)!

Cooking World - o fogao do futuro

Um design inovador (para não dizer radical), elegante, de fácil limpeza (dizem os criadores, eu não faço ideia…) e que funde o gás com a cerâmica (funciona a gás, numa superfície de cerâmica). São 3 bicos e respectivos suportes para os tachos e panelas numa só fila (o que é óptimo, pelo menos qara mim, que passo a vida a queimar-me quando uso os bicos de trás do meu fogão), inseridos num vidro de cerâmica preto e que retraem quando não estão em uso, criando uma superfície totalmente plana.

É verdade que perdemos um bico de fogão, mas em contrapartida estes são muito mais exactos e eficientes no funcionamento, permitindo controlar a temperatura em todos os momentos; e aparentemente são também mais rápidos a atingir as temperaturas desejadas, o que permite não só alguma poupança de gás como também de tempo.

À venda na Amazon apartir de USD2,087.00… Não é para o meu bolso!!

Fonte: BornRich.

Kuru Kuru Nabe

Cooking World - Kuru Kuru NabeNão sabem o que quer dizer Kuru-Kuru Nabe? Pois, eu também não fazia ideia; mas preparem-se, porque a surpresa vai ser grande:

A Kuru-Kuru Nabe é nada mais, nada menos que a panela perfeita para qualquer cozinha… Também conhecida como “self-stirring pot”, esta panela mexe os alimentos!

Sim, leram bem, a panela mexe os alimentos sozinha, sem a nossa interferência (o meu sonho vai concretizar-se!), de forma segura e não mecanizada; porquê? Porque o seu interior apresenta uma moldagem única que cria como que um redemoinho quando a água começa a ferver! Além disso, a água ainda aquece mais depressa do que o habitual.

Disponível na Amazon pela módica quantia de… USD262.00 (autch!!).

A ideia é do japonês Hideki Watanabe. E se não acreditam, vejam o vídeo:

Fonte: Kuru-Kuru Nabe / Amazon.

Panela de… Papel!

Aposto que nunca lhes passou pela cabeça cozinhar numa… Panela de papel! Pois, mas é possível :).

Cooking World - Hexapot

A panela chama-se Hexapot, foi criada pela Energia USA e tem por objectivo facilitar a vida aos amantes da natureza, nomeadamente campistas e praticantes de caminhada ou BTT, permitindo-lhes aquecer os alimentos sem terem de andar com tachos e tachinhos atrás! Mas também pode ser utilizada dentro de casa e, de acordo com o website, é ideal não só para cozinhar, mas também para esterilizar água.

Feita de papel (especial, claro), a panela transporta-se numa embalagem fechada que quase não ocupa espaço e, na altura de utilizar, basta montá-la – tem um formato hexagonal, daí o seu nome. Está disponível em dois tamanhos e pode ser usada para ferver água, cozer massa, fazer arroz, enfim, qualquer comida que utilize água na sua confecção.

Uma vez utilizada a panela pode ser deitada fora, evitando assim a tarefa de ter de a lavar; e podemos ficar descansados, porque a dita não contém metal nem plástico e o seu material é reciclável e 100% biodegradável (num período de 24 A 36 meses). A hexapot pode ser adquirida através da Amazon, com preços que variam entre USD5.49 (tamanho pequeno) e USD6.99 (tamanho grande).

A Hexapot em acção:

Fonte: Hexapot.

Aprender a cozinhar com um simulador??

Cozinhar é uma arte, no sentido em que é uma competência que deve (e tem de) ser aprendida e aperfeiçoada muitas vezes através do método de tentativa e erro – uuuitas tentativas e esperemos que não tantos erros… O problema é que, nesse percurso de aprendizagem, gastam-se ingredientes, energia, paciência e não só, certo?

Então e se fosse possível “treinar” a preparação de uma refeição através de um simulador, antes de a cozinhar a sério? Já pensaram bem na quantidade de dinheiro que se poupava?

Pois foi isto mesmo que pensaram os investigadores de uma das equipas de investigação do Tokyo Institute of Technology; pensaram, puseram mãos à obra e criaram um simulador bem real!

Cooking World - Aprender a Cozinhar

O simulador tem uma frigideira (real) e uma espátula (virtual) para cozinhar alimentos projectados digitalmente, sendo que ambos os utensílios nos dão a sensação de estarmos mesmo a cozinhar, “sentindo” o peso e a temperatura dos ingredientes. Assim, torna-se possível fazer várias combinações e perceber o efeito de cada um deles no prato que estamos a “fazer”. Um exemplo: se fritarmos um bife durante 10 minutos, ele fica diferente do que se o fritarmos por 5 minutos, certo? E também fica diferente se o cozinharmos só com sal ou se fizermos um molho de café, correcto? Pos é este tipo de diferenças que o simulador tenta recriar – a forma como a humidade se evapora à medida que a temperatura aumenta, a forma como as proteínas mudam de cor conforme são cozinhadas, etc.

Não é que seja uma coisa indispensável na cozinha, mas parece-me interessante a perspectiva de poder ensinar as crianças a cozinhar sem que elas tenham mesmo de mexer no fogão correndo o risco de se queimarem!

O vídeo:

Fonte: DigInfo.

Gogol Mogol

Sabem o que é o Gogol Mogol? Na realidade é um doce tradicional russo, ou melhor, uma espécie de ponche feito à base de gemas de ovo, licor, açúcar e sumo de limão ou de laranja (se bem que existam dezenas de versões diferentes).

Mas não, não é do ponche que vou falar, mas sim de uma embalagem inteligente que… coze ovos! Chama-se precisamente Gogol Mogol e foi desenvolvida pela Kian, uma empresa russa de design e marketing. Ora vamos lá tentar perceber o processo:

Cooking World - Gogol Mogol

A camada exterior da embalagem é feita de cartão comum, idêntico ao que usa nas caixas de ovos normais; a seguir existem mais três camadas – uma com hidróxido de cálcio, outra com água e, no meio, uma membrana que separa os dois produtos. Quando queremos cozer o ovo (que eu presumo que se encontre no interior), basta remover a membrana central através de uma patilha que se encontra na embalagem; a partir desse momento, o hidróxido de cálcio reage com a água e gera calor suficiente para cozer o ovo em dois minutos (é rápido!).

A embalagem só pode ser utilizada uma vez, mas é feita a partir de materiais recicláveis, reduzindo assim o seu impacto no ambiente; e foi premiada pela  European Packaging Design Association.

Para quando a sua chegada ao mercado? Ainda não se sabe!

Fonte: Daily Mail / Kian.

Hot Can!

Hot Can é o nome da empresa que desenvolveu um inovador sistema latas que se auto-aquecem; sim, leram bem – latas que se auto-aquecem. Eu explico melhor:

Basicamente, o sistema é uma lata de alumínio que tem uma câmara interior com a bebida em si e uma outra câmara com carbonato e hidróxido de cálcio e água (em separado, claro); quando pressionamos a base da lata, estes três elementos misturam-se e dão origem a uma reacção exotérmica, ou seja, uma reacção química que gera calor. A bebida que está na lata começa a aquecer e, ao fim de 3 minutos, atinge uma temperatura de 55ºC; mas atenção, porque esta temperatura varia com a temperatura ambiente! Em pleno verão é bem possível que nos queimemos, já que a temperatura do líquido pode chegar acima dos 70ºC.

Cooking World - Hot Can 1

A empresa pensou também na segurança dos consumidores, pelo que a lata tem um revestimento em plipropileno que protege as nossas mãozitas e ainda uma etiqueta térmica que, através de um sistema de cores, indica a temperatura do conteúdo – verde se estiver na temperatura certa para bebermos e vermelho se estiver demasiado quente.

Cooking World - Hot Can 2

Já agora, convém também referir que as latas em questão são totalmente recicláveis e evitam o recurso a outras fontes de energia necessárias para aquecer chá, café ou outros líquidos, logo… São amigas do ambiente em diversos aspectos.

Ora eu, que sou uma friorenta de todo o tamanho, fiquei super contentinha com esta descoberta; agora é só esperar que cheguem ao nosso mercado…

Fonte: Hot Can.